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Cano longo: alcance e estabilidade no tiro esportivo

29 AGO 2025

No universo das armas de fogo, as armas de cano longo ocupam posição de destaque por combinarem potência, precisão e estabilidade. O comprimento do cano — geralmente acima de 40 centímetros — garante maior aproveitamento da energia da munição, resultando em disparos mais fortes e consistentes. Essa característica faz delas opções preferidas em contextos que exigem alcance e confiabilidade, como caça, tiro esportivo, operações policiais e missões militares. A física do desempenho O segredo do cano longo está na trajetória percorrida pelo projétil antes de sair da arma. Quanto mais tempo dentro do cano, maior a velocidade adquirida. Além disso, a pólvora queima de forma mais eficiente, elevando a pressão e aprimorando a balística. Isso se traduz em disparos com maior alcance, impacto superior e menor dispersão, quando comparados a armas de cano curto. Estrutura e manuseio Embora possuam dimensões maiores, as armas de cano longo continuam sendo portáteis e podem ser operadas por um único atirador. O que as torna pouco práticas para porte velado é o mesmo fator que lhes confere valor em campo: o controle aprimorado durante os disparos. Caçadores, esportistas e profissionais da segurança preferem esse tipo de arma justamente pela estabilidade oferecida em situações reais de uso. Tipos e aplicações O mercado disponibiliza diferentes categorias de armas de cano longo, cada uma destinada a funções específicas: Rifles: com cano raiado, usados em tiros de longa distância e competições de precisão. Carabinas: menores e leves, ideais para ambientes restritos e deslocamentos rápidos. Fuzis: de uso militar, em versões semiautomáticas ou automáticas, destinados ao combate. Espingardas (shotguns): projetadas para disparos a curta distância, muito utilizadas em caça de aves e defesa residencial. Fuzis de precisão: preferidos por atiradores de elite, com máxima exatidão em longas distâncias. Metralhadoras leves: equipamentos militares voltados para tiro contínuo de apoio. Modelos em configuração bullpup também merecem destaque, pois permitem manter um cano longo em uma arma mais compacta e de fácil manuseio. Onde são utilizadas? As armas de cano longo são versáteis e se adaptam a diferentes contextos: No tiro esportivo, em provas de precisão e modalidades táticas. Na caça, proporcionando disparos certeiros a maiores distâncias. Na segurança pública, em operações de patrulha, cerco e missões táticas. No ambiente militar, que vai de combates convencionais a missões de reconhecimento e cobertura. Vantagens técnicas Entre os benefícios operacionais mais valorizados estão: Precisão elevada; Alcance superior; Potência ampliada; Estabilidade em disparos de calibres mais fortes; Adaptação a diferentes usos, do civil ao militar. Essas características tornam as armas de cano longo peças estratégicas para quem busca desempenho confiável e versatilidade no campo. Conclusão A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), conclui que utilizar uma arma de cano longo é optar por alcance, potência e controle superiores. Seja em estandes, caçadas ou operações profissionais, essa categoria oferece desempenho de alto nível quando manuseada com responsabilidade. Conhecer suas especificidades, investir em treinamento e respeitar a legislação são passos indispensáveis para tirar o máximo proveito de uma das ferramentas mais relevantes do arsenal moderno. Para saber mais sobre armas de cano longo, acesse:  https://cctrb.org.br/classificacao-das-armas-e-municoes/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também: https://iwsbrazil.com.br/publicacao/calibre_22lr https://iwsbrazil.com.br/publicacao/rifle_cz_457_training

O calibre .22 LR no Brasil: acessibilidade e regulamentação

27 AGO 2025

Entre tantos calibres disponíveis no mercado, poucos conquistaram tanto espaço quanto o .22 Long Rifle (LR). Criado no fim do século XIX, tornou-se uma das munições mais populares do mundo graças ao equilíbrio entre baixo custo, precisão e facilidade de uso. O .22 LR é, até hoje, a principal porta de entrada no tiro esportivo e segue indispensável em clubes e treinos técnicos. Características técnicas e vantagens Trata-se de um cartucho de fogo circular (rimfire), com cerca de 5,7 mm de diâmetro e comprimento entre 15 e 25 mm. Dependendo da arma e da munição, o projétil pode atingir velocidades próximas de 400 m/s. O recuo reduzido e o ruído moderado fazem dele um calibre amigável para iniciantes, jovens e atiradores que buscam conforto sem abrir mão da precisão. Sua ampla aceitação vem também do fato de ser extremamente versátil, cabendo em rifles e pistolas destinadas tanto ao treinamento quanto ao lazer. Economia e prática frequente Outro fator que explica sua popularidade é o custo acessível. Munições .22 LR são baratas e fáceis de encontrar, permitindo treinos longos e regulares. O calibre é imbatível quando o objetivo é repetir fundamentos técnicos sem comprometer o orçamento. Isso ajuda na evolução da postura, empunhadura e controle do gatilho, elementos essenciais do tiro esportivo. Utilidades além do estande O .22 LR também é bastante usado fora do ambiente esportivo. No meio rural, é um aliado silencioso para o controle de pragas e pequenos animais. Além disso, é popular no chamado plinking, a prática recreativa de disparar em alvos informais como latas e garrafas, sempre de maneira segura. É, portanto, um cartucho que une esporte, lazer e utilidade prática em um só. Comparação com o .22 Magnum Embora compartilhem o nome, .22 LR e .22 Magnum são bem diferentes. O Magnum oferece mais alcance e penetração, sendo usado em caça de médio porte ou contextos táticos. Já o .22 LR é a opção ideal para quem busca controle, economia e alto volume de disparos em treinos ou recreação. Se o Magnum é potência, o LR é técnica e eficiência. Situação legal no Brasil Com a atualização do Decreto nº 12.345, rifles semiautomáticos em .22 LR passaram a ser classificados como de uso permitido, facilitando a vida de CACs e civis. A mudança reduziu a burocracia, simplificou registros e retirou a exigência de habitualidade esportiva para armas longas nesse calibre. Essa flexibilização ampliou o acesso legal ao .22 LR, reforçando sua importância no cenário nacional. Conclusão A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que o .22 LR permanece como um dos calibres mais versáteis e inteligentes do mercado. Sua trajetória comprova que não é apenas uma opção para iniciantes, mas um aliado indispensável em treinos, lazer e atividades rurais. Com regras mais claras e custo acessível, segue como escolha sensata para quem busca evoluir no tiro com responsabilidade e segurança. Para saber mais sobre o calibre .22 LR, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mundo-cac/armas-longas-22-semiauto-habitualidade-diz-exercito https://lonelyplanetbrasil.com.br/22-lr-x-22-magnum-entenda-as-diferencas/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/rifle_cz_457_training

Descubra como funciona o Tiro Prático e suas diferentes provas

25 AGO 2025

Entre os esportes de tiro, poucos conseguem unir intensidade técnica, preparo físico e raciocínio rápido como o Tiro Prático. Muito além de simplesmente atingir alvos, a modalidade é um teste completo de controle mental, velocidade de execução e capacidade de tomar decisões sob pressão. Cada prova é uma combinação de agilidade, precisão e estratégia, que transforma o atirador em um competidor completo. A modalidade em crescimento no Brasil Desde 1992, a Confederação Brasileira de Tiro Prático (CBTP) é responsável por estruturar e regulamentar a prática no país. A entidade organiza competições oficiais, homologa clubes e representa o Brasil em torneios internacionais. Hoje, mais de 5 mil atletas estão federados, distribuídos em mais de 300 clubes espalhados por todas as regiões, fortalecendo a modalidade e projetando o Brasil no cenário mundial. Esse crescimento contínuo demonstra o potencial do esporte e a força de sua comunidade. Como funcionam as competições As disputas, conhecidas como stages, simulam cenários variados em que o atirador precisa percorrer percursos, enfrentar obstáculos e engajar alvos sob limite de tempo. Cada pista é planejada para exigir do atleta adaptação, coordenação motora e planejamento estratégico. O desempenho é medido pela capacidade de equilibrar velocidade, precisão e decisões táticas em situações controladas, mas sempre desafiadoras. Modalidades do Tiro Prático O esporte é diversificado e oferece provas para diferentes perfis de atiradores: IPSC (International Practical Shooting Confederation): base da modalidade, engloba pistolas, rifles e espingardas em percursos dinâmicos. Saque Rápido: exige extrema velocidade para acertar cinco alvos em menos de oito segundos. Tiro Rápido de Precisão: 20 disparos a 15 metros, focando no controle e estabilidade. NRA Rápido e NRA II: incluem disparos em diferentes posições (de pé, ajoelhado, deitado e sentado), com alvos a distâncias variadas. Steel Challenge: sete pistas, cada uma com cinco alvos metálicos, priorizando consistência e reflexo. Shotgun: disputada apenas com espingardas, enfatiza rapidez na derrubada de alvos metálicos. Silhuetas Metálicas: desafio contra figuras de animais a diferentes distâncias, exigindo calibres específicos e precisão refinada. Um esporte inclusivo e desafiador O Tiro Prático acolhe iniciantes e veteranos. Homens e mulheres de todas as idades encontram na modalidade um espaço de aprendizado, disciplina e evolução constante. Para quem está começando, os clubes oferecem treinamentos seguros e acompanhamento técnico, enquanto atletas experientes participam de campeonatos de alto nível e têm sempre novos desafios. Além do aspecto competitivo, o esporte promove valores como responsabilidade, respeito às normas de segurança e desenvolvimento pessoal. Conclusão: além do alvo A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), conclui que o Tiro Prático é a junção perfeita entre precisão e estratégia, onde cada disparo é resultado de preparo físico, controle mental e raciocínio rápido. Mais do que pontos, ele proporciona evolução esportiva e crescimento individual. Com a atuação da CBTP, a dedicação dos clubes e o entusiasmo da comunidade, o Brasil mostra que o Tiro Prático é uma modalidade consolidada, segura e cheia de oportunidades para quem busca superar seus limites. Para saber mais sobre Tiro Prático, acesse:  https://www.cbtp.org.br/quem-somos/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/MODALIDADES_DO_TIRO_ESPORTIVO

Polícia Federal assume controle sobre CACs em todo o Brasil

22 AGO 2025

A partir de 1º de julho de 2025, os Colecionadores, Atiradores desportivos e Caçadores (CACs) passaram a ter suas atividades reguladas pela Polícia Federal. Essa mudança, prevista no Decreto nº 11.615/2023 e no Acordo de Cooperação Técnica nº 9/2023/GM, transfere responsabilidades antes concentradas no Comando do Exército. Trata-se de um marco que altera profundamente a forma como o Estado brasileiro organiza o controle civil de armas. Novas atribuições da PF Com a transição, a Polícia Federal assume papéis essenciais no relacionamento com os CACs: Registro de cidadãos e entidades vinculadas ao colecionismo, tiro esportivo e caça excepcional; Autorização para a aquisição, transferência e movimentação de armas de fogo; Fiscalização das práticas desenvolvidas por pessoas físicas e jurídicas ligadas à categoria; Emissão de guias de tráfego, regulando o transporte de armamentos; Supervisão do comércio varejista de armas direcionado ao público civil. Todas essas funções ficam concentradas na Diretoria de Controle de Armas da PF, apoiada por 123 Delegacias de Controle de Armas em capitais e no Distrito Federal, além de 96 Núcleos de Controle em unidades espalhadas pelo interior. Essa estrutura fortalece a abrangência e o alcance da fiscalização em nível nacional. Recursos destinados e inovações Para implementar a nova gestão, o Ministério da Justiça liberou R$ 20 milhões à PF, embora a corporação estime necessidade de até R$ 30 milhões. Mais de 600 servidores foram treinados para lidar com as demandas do setor, abrangendo tanto o atendimento administrativo quanto a fiscalização de campo. Entre as novidades está o painel de Business Intelligence (BI), criado para disponibilizar dados estatísticos atualizados e públicos sobre registros, fiscalizações, autuações e apreensões. Esse sistema tem como meta ampliar a transparência e permitir maior controle social sobre o tema. Base legal da transferência O fundamento dessa mudança está no Decreto nº 11.615/2023, que modificou o regulamento do Estatuto do Desarmamento. O texto legal ampliou o escopo da Polícia Federal, conferindo-lhe competência para lidar com registro, aquisição, porte, posse, fiscalização e comércio de armas, munições e acessórios. A legislação também trouxe novas regras para clubes de tiro, colecionadores e para a caça em caráter excepcional. A justificativa apresentada pelo governo é a centralização da gestão em um órgão civil de perfil técnico, substituindo o modelo militar anteriormente adotado. Impactos para os CACs A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que esse novo arranjo significa muito mais do que uma simples alteração administrativa. Colecionadores, caçadores e atiradores passam a se relacionar com um sistema informatizado, com delegacias especializadas e processos mais transparentes. Essa reformulação inaugura uma etapa em que o controle de armas ganha contornos mais técnicos, organizados e próximos do cidadão. Para saber mais sobre o assunto, acesse:  https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2025/06/pf-assumira-atribuicoes-relacionadas-a-cacs-a-partir-de-1o-de-julho https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/06/23/pf-assume-fiscalizacao-de-cacs-na-proxima-semana-e-prepara-painel-sobre-processos-de-registro.ghtml Se você se interessou por esse conteúdo, confira também: https://iwsbrazil.com.br/publicacao/HABITUALIDADE_POLICIA_FEDERAL

Resistência e estabilidade: as bases do treinamento do atirador esportivo

20 AGO 2025

Quando se fala em tiro esportivo, muitos imaginam o atleta parado diante do alvo, como se a prática exigisse apenas técnica e concentração. A realidade, porém, é outra: a performance depende diretamente de condicionamento físico, estabilidade muscular e resistência. Por trás de cada disparo de precisão, há um corpo treinado para sustentar posições exigentes, controlar a respiração e resistir ao desgaste acumulado em provas que podem durar horas. O tripé da excelência: técnica, mente e corpo O preparo físico, ao lado do treino técnico e da preparação mental, é um dos pilares do desempenho no tiro. Não se trata de força bruta, mas de controle e constância.  O domínio corporal é o que sustenta a precisão necessária em uma modalidade silenciosa, mas de alta exigência. Estabilidade: a base do tiro certeiro A mira firme nasce da estabilidade. Isso requer um corpo funcional, capaz de sustentar posturas por longos períodos sem tremores ou desalinhamentos. O fortalecimento do core — abdômen, lombar e coluna — é essencial, pois mantém o tronco estável em qualquer posição de tiro. Braços, ombros e punhos fortes ajudam a sustentar a arma e garantem consistência, enquanto em provas dinâmicas, como o IPSC, pernas ágeis proporcionam equilíbrio e transições seguras. Resistência cardiovascular: coração em sintonia Em competições extensas, não é a força que decide, mas a resistência. Um sistema cardiovascular treinado auxilia no foco, estabiliza a frequência cardíaca e melhora o controle da respiração. Atividades como corrida leve, ciclismo e caminhadas rápidas ajudam a manter a mão firme e a mente clara, mesmo sob adrenalina intensa. Flexibilidade e mobilidade: liberdade de movimento Corpos rígidos não favorecem o desempenho. A falta de mobilidade pode limitar gestos técnicos e aumentar o risco de lesões. Alongamentos e treinos de mobilidade, especialmente em ombros, quadris e coluna, oferecem maior fluidez nos movimentos e contribuem para a recuperação muscular. Coordenação e consciência corporal O disparo exige sincronia entre corpo e mente. Para alcançar isso, o atleta deve desenvolver propriocepção, equilíbrio e controle postural. A repetição técnica dos movimentos gera memória muscular, permitindo respostas automáticas e precisas em situações de pressão. Respiração como ferramenta de precisão Respirar corretamente é parte da técnica. Ciclos respiratórios controlados, com pausas entre inspiração e expiração, ajudam a manter estabilidade no instante do disparo. Treinos respiratórios e atividades aeróbicas são aliados valiosos para desenvolver esse controle. Esforço invisível, desgaste real Embora à primeira vista pareça um esporte de baixa intensidade, o tiro esportivo exige muito do corpo. Atletas podem passar horas alternando posições e executando centenas de disparos, o que gera fadiga física significativa, como lembra James Lowry Neto, técnico da seleção paralímpica. O esforço existe, mesmo quando imperceptível a quem assiste. Corpo e mente: parceria inseparável A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reitera que um físico bem preparado apoia a clareza mental, e uma mente equilibrada potencializa o corpo. No tiro esportivo, essa relação é indissociável: treinar o corpo significa também treinar o foco e a disciplina. Cada exercício físico, além de fortalecer músculos, desenvolve atenção e autocontrole. Conclusão A preparação física não é complemento, mas requisito básico no tiro esportivo. Garante estabilidade, resistência e foco — qualidades que sustentam a precisão do atleta. Mirar com exatidão começa muito antes do gatilho: começa no treinamento físico que molda cada gesto. Para saber mais sobre preparação física voltada para tiro esportivo, acesse:  https://www.esporte.pr.gov.br/Noticia/Ja-ouvi-Se-voce-atira-deitado-por-que-precisa-de-preparo-fisico-Entrevista-com-James-Lowry Se você se interessou por esse assunto, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/MODALIDADES_DO_TIRO_ESPORTIVO https://iwsbrazil.com.br/publicacao/dicas_para_iniciantes_no_tiro_esportivo

Pistola CZ Shadow 2 Blue chega ao Brasil pelas mãos da CBC

18 AGO 2025

Em junho de 2025, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) oficializou a chegada da pistola CZ Shadow 2 Blue ao mercado brasileiro, reforçando sua parceria com a Colt CZ e reafirmando sua liderança no fornecimento de armas civis de alto desempenho. Disponível nas versões calibre .380 Auto e 9mm, o modelo oferece potência, controle e padrão técnico elevado, atendendo às demandas de atiradores esportivos e demais CACs. Tradição e DNA competitivo Evolução da renomada linha Shadow, a Shadow 2 Blue é referência mundial nas competições de IPSC. Sua estrutura em aço usinado com acabamento oxidado proporciona robustez e estabilidade mesmo sob uso intenso, garantindo desempenho consistente. Com 1.330 g, apresenta peso equilibrado para melhor controle do recuo, facilitando disparos rápidos e precisos. O cano de 120 mm foi desenvolvido para maximizar o desempenho balístico, beneficiando desde iniciantes até atletas de elite. O sistema SA/DA (simples e dupla ação) assegura versatilidade operacional, permitindo adaptação a diferentes estilos de tiro. Ergonomia que favorece o rendimento A mira frontal em fibra óptica, aliada à alça ajustável, garante rápida aquisição de alvo em condições de luz variadas. O característico acabamento azul anodizado, presente na empunhadura, botão do carregador e outros pontos estratégicos, alia estética marcante a funcionalidade. O gatilho de acionamento suave e o carregador ajustável oferecem mais conforto e reduzem o tempo de reação em treinos ou provas. Cada detalhe do projeto busca estabilidade, confiabilidade mecânica e desempenho consistente para o competidor. Calibre 9mm: mais energia e autonomia A nova configuração em 9mm amplia as possibilidades, oferecendo maior energia, penetração e versatilidade. Acompanha três carregadores de 18 tiros, garantindo autonomia superior para treinos, provas e uso frequente. Essa versão atende tanto às demandas do tiro esportivo quanto às necessidades de CACs e profissionais de segurança, equilibrando precisão e eficiência. Compromisso com inovação e suporte nacional A introdução da Shadow 2 Blue pela CBC simboliza o acesso do público brasileiro a plataformas consagradas no cenário internacional, com distribuição oficial, garantia no país e assistência técnica qualificada. Seja no calibre .380 Auto ou 9mm, é uma escolha que une durabilidade, controle e acabamento premium para quem busca excelência no tiro esportivo, recomenda a loja IWS Brazil, de Goiânia (GO). Para saber mais sobre o assunto, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/cbc-anuncia-venda-armas-da-cz-veja-fotos/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/pistolas_cz_p10c_p7 https://iwsbrazil.com.br/publicacao/rifle_cz_457_training https://iwsbrazil.com.br/publicacao/CARABINA_CZ_SCORPION

Brasil encerra Pan Júnior 2025 com cinco pódios no tiro esportivo

15 AGO 2025

O desempenho brasileiro no tiro esportivo durante os II Jogos Pan-Americanos Júnior, realizados em Assunção, Paraguai, foi de grande destaque. A equipe nacional encerrou a competição com cinco medalhas — uma de ouro, uma de prata e três de bronze —, mostrando força tanto nas disputas individuais quanto nas provas em duplas mistas e reforçando o potencial da nova geração. Resultados individuais de destaque O ouro ficou com Hussein Daruich, campeão da Fossa Olímpica Masculina após vitória sobre o argentino Joachin Cisneros por 41 a 39 na final. Além do título, Hussein garantiu vaga para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027. No feminino, Ellen Mendes confirmou a presença do Brasil no pódio ao conquistar o bronze na mesma modalidade. Na Pistola de Ar Masculino, Caio de Almeida conquistou a medalha de prata, repetindo o resultado obtido em Cali 2021. Ele se destacou na fase de classificação com 574 pontos — novo recorde pan-americano júnior —, assegurando também o Índice Mundo. Na final, foi superado apenas pelo chileno Diego Parra, com José Aguillera, também do Chile, em terceiro lugar. Pódios nas provas mistas O último dia de competição rendeu mais dois bronzes. Na Pistola de Ar Mista, Caio de Almeida e Ana Beatriz Silva venceram os mexicanos Mia Rosales e Pedro Quintero por 17 a 15 na disputa pelo terceiro lugar. Na Fossa Olímpica Mista, a dupla Hussein Daruich e Ellen Mendes mostrou sintonia e consistência, superando a Guatemala por 40 a 30 e garantindo mais uma medalha para o país. Outras participações relevantes A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), complementa que o Brasil ainda contou com outros desempenhos significativos. Ana Beatriz Silva chegou à final da Pistola de Ar Feminino e terminou em oitavo lugar, enquanto Thor Barcelos ficou na 17ª posição no masculino. Na Carabina de Ar Mista, Luana Bizotto e Emanuel Lacerda finalizaram na 12ª colocação. Com cinco medalhas, recordes e índices internacionais, o Brasil encerra o Pan Júnior 2025 com projeção positiva para o Pan de Lima 2027 e outros desafios internacionais de alto nível. Para saber mais sobre o assunto, acesse:  https://www.cbte.org.br/a-forca-da-nova-geracao-do-tiro-esportivo-brasileiro/ https://www.olimpiadatododia.com.br/tiro-esportivo/700211-pan-junior-tiro-esportivo-do-brasil-soma-dois-bronzes/ https://ge.globo.com/mt/noticia/2025/08/12/pan-junior-caio-almeida-conquista-prata-e-bronze-no-tiro-esportivo.ghtml Se você se interessou por esse conteúdo, confira também: https://iwsbrazil.com.br/publicacao/recorde_Caio_de_almeida

Guia prático para começar no tiro esportivo: armas, segurança e treinamento

13 AGO 2025

Começar no tiro esportivo é iniciar uma jornada que combina técnica, disciplina e segurança. Mais do que acertar o alvo, essa prática exige conhecimento das armas, postura responsável e evolução constante. Para quem está dando os primeiros passos, entender bem cada escolha e cuidado faz toda a diferença.  Escolhendo a arma inicial A arma utilizada no início influencia diretamente no progresso do atirador. Um modelo inadequado pode comprometer a confiança e gerar riscos. Para novatos, as armas de ar comprimido costumam ser a melhor opção. Elas oferecem operação mais simples, menor burocracia e permitem o treino seguro dos fundamentos, como empunhadura, respiração e controle do gatilho. Orientação profissional Antes de comprar, é recomendável buscar instrução com profissionais experientes. Aulas com instrutores qualificados ensinam desde as normas de segurança até técnicas de pontaria. Essa orientação também ajuda a identificar preferências individuais e a escolher o equipamento mais adequado. Opções de armas para iniciantes Pistolas de ar comprimido – Leves, silenciosas e sem recuo perceptível. Ideais para desenvolver habilidades básicas e amplamente usadas em competições olímpicas. Carabinas de ar comprimido – Oferecem maior estabilidade e precisão em média distância, sendo indicadas para quem deseja foco técnico. Pistolas de fogo – Para fases mais avançadas. Calibres como .22 LR ou 9mm com recuo controlado são boas escolhas, mas exigem conhecimento e manutenção. Revólveres – Confiáveis e fáceis de operar, porém com menor capacidade e recarga mais lenta. Armas longas de fogo – Modelos em .22 LR são indicados para iniciantes na precisão a longa distância. Calibres maiores requerem mais experiência. Segurança sempre em primeiro lugar O uso de equipamentos de proteção é obrigatório desde o início: Protetor auricular – Essencial com armas de fogo. Óculos de proteção – Contra estilhaços e resíduos. Itens adicionais, como coletes e luvas, podem aumentar o conforto. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), ressalta que incorporar esses hábitos logo no início reforça a cultura de responsabilidade e prevenção. Aspectos legais O uso legal de armas de fogo exige Certificado de Registro (CR), exames psicológicos e técnicos, filiação a clube de tiro e prática regular (habitualidade). Já as armas de ar comprimido não exigem CR, mas o atirador deve seguir as normas do clube e instruções de segurança. Conclusão O aprendizado no tiro esportivo deve equilibrar técnica, segurança e respeito à lei. Começar com armas de pressão permite construir uma base sólida. Com prática supervisionada e progressão gradual, o iniciante transforma seu interesse em habilidade real, podendo evoluir para modalidades mais complexas e desafiadoras. Para saber mais sobre dicas para iniciantes no tiro esportivo, acesse:  https://www.capitalnews.com.br/colunistas/bem-estar/3-dicas-para-quem-quer-comecar-a-praticar-tiro-esportivo/415356 https://areacac.com.br/como-escolher-minha-primeira-arma-pistola-revolver-ou-arma-longa/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/HABITUALIDADE_POLICIA_FEDERAL https://iwsbrazil.com.br/publicacao/mulheres_no_tiro_esportivo https://iwsbrazil.com.br/publicacao/MODALIDADES_DO_TIRO_ESPORTIVO

Carabina CZ Scorpion: agora no Brasil em calibre permitido

11 AGO 2025

Em junho de 2025, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) oficializou a chegada da CZ Scorpion EVO 3 S1 no calibre .22 LR, fruto da parceria consolidada com o grupo Colt CZ.  Reconhecida internacionalmente por sua robustez e confiabilidade, a plataforma desembarca no Brasil em versão semiautomática e de calibre permitido, voltada a CACs, atletas do tiro esportivo e entusiastas de armamentos de alta performance adaptados para uso civil. Origem tática, vocação esportiva A Scorpion EVO 3 nasceu como equipamento para forças militares e policiais, mas sua adaptação ao calibre .22 LR manteve o design arrojado e a ergonomia original, oferecendo menor recuo, custo reduzido e ampla aceitação em treinos e provas esportivas. Combinando praticidade, controle e modularidade, a carabina é capaz de atender desde a iniciação até modalidades avançadas, aponta a loja IWS Brazil, de Goiânia (GO). Estrutura leve e resistente Construída em polímero reforçado com fibra de vidro, a EVO 3 S1 alia durabilidade a um peso de apenas 2,22 kg sem carregador, favorecendo sessões prolongadas de tiro com menos fadiga. O funcionamento semiautomático, com ferrolho dinâmico e alavanca ambidestra, garante operação confortável para destros e canhotos. O cano forjado a frio, de 8 polegadas, possui rosca padrão M18x1 e acompanha redutor de clarão, possibilitando o uso de supressores e freios de boca. O conjunto traz miras mecânicas ajustáveis e trilho Picatinny superior, permitindo instalação de red dots e outros sistemas ópticos. Ergonomia adaptável ao atirador A coronha retrátil, dobrável e ajustável em comprimento facilita o transporte e a mobilidade, reduzindo o comprimento total de 665 mm para apenas 420 mm quando recolhida. A empunhadura com ajuste de distância ao gatilho melhora o conforto e a precisão, enquanto a desmontagem sem ferramentas simplifica a manutenção. O carregador de 10+1 disparos atende à legislação vigente e garante autonomia para diferentes práticas no estande. Versatilidade para múltiplos usos Indicada para modalidades como IPSC, IDSC, tiro recreativo e treinamentos táticos, a Scorpion EVO 3 S1 em .22 LR se destaca pela confiabilidade, pela modularidade e pelo potencial de customização. Seu conjunto de características a coloca entre as opções mais completas do mercado para quem busca alto desempenho com calibre permitido. Com este lançamento, a CBC reafirma seu papel como fornecedora de armamentos de excelência para o público civil, unindo tecnologia, segurança e inovação. Para saber mais sobre o assunto, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/cbc-anuncia-venda-armas-da-cz-veja-fotos/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/rifle_cz_457_training https://iwsbrazil.com.br/publicacao/pistolas_cz_p10c_p7

PF revoga norma do Exército e flexibiliza exigência para habitualidade

08 AGO 2025

Em 5 de agosto de 2025, a Polícia Federal publicou o Ofício Circular nº 8/2025, documento que modifica as regras para a realização da habitualidade por atiradores desportivos (CACs) com mais de 25 anos. A medida foi emitida pela Delegacia de Controle de Armas de Fogo (DELEARM/DREX/SR/PF/RJ) e traz mais objetividade e segurança jurídica para a manutenção do Certificado de Registro (CR) dos praticantes do tiro esportivo. PF afasta exigência de arma própria para habitualidade Até recentemente, o Exército Brasileiro, antigo responsável pelo controle dos CACs, adotava o entendimento de que a habitualidade só poderia ser feita com arma registrada em nome do próprio atirador. A Polícia Federal, no entanto, esclareceu que essa exigência nunca constou em nenhum dispositivo legal ou regulamentar, sendo, portanto, inválida. Com a nova diretriz, a habitualidade pode ser realizada com arma própria, do clube de tiro ou até mesmo de terceiro presente, desde que a arma seja compatível com o grupo apostilado ao CR do atirador. A medida amplia as possibilidades para o cumprimento da exigência, tornando o processo mais acessível e conforme a legislação vigente. Orientações conforme o perfil do atirador O ofício define as diretrizes específicas para diferentes tipos de CACs: CAC nível 1 sem arma registrada: pode utilizar arma do clube ou de terceiro, desde que do mesmo grupo e com o devido controle de cessão, conforme o art. 98, §1º da Portaria COLOG nº 260/25. A presença do cedente no momento da prática é obrigatória. CAC com arma registrada: está autorizado a praticar com sua arma, com a do clube ou com a de outro CAC. Basta realizar a habitualidade com uma arma representativa de cada grupo registrado no CR, não sendo exigido o uso de todo o acervo. CAC com arma de uso restrito: pode realizar a prática com arma própria, do clube ou de terceiro presente, desde que a arma pertença ao grupo restrito apostilado ao CR. A cessão deve ser formalizada com dados completos do cedente, do cessionário e do armamento. Toda cessão deve ser registrada pela entidade em que ocorrer a prática, assegurando o controle documental. Documento revoga diretriz anterior e uniformiza procedimento O novo Ofício Circular nº 8/2025 revoga oficialmente o ofício nº 3/2025, consolidando um novo entendimento por parte da PF, agora responsável pelas atividades dos CACs. O texto foi elaborado após solicitações de representantes do setor, como o Pró-Armas RJ, e é assinado pelo delegado Marcelo Daemon, chefe da Delegacia de Controle de Armas e Produtos Químicos. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que a iniciativa representa um avanço no processo de regulação do tiro esportivo no Brasil, ao oferecer clareza normativa e maior previsibilidade para os praticantes. Para saber mais sobre o assunto, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mundo-cac/cac-nao-precisa-usar-arma-propria-na-habitualidade-diz-pf/ https://linade.com.br/policia-federal-esclarece-habitualidades-de-cacs-maiores-de-25-anos-em-novo-oficio-oficial/

CBC lança no mercado brasileiro as pistolas CZ P-10C e P7

06 AGO 2025

Em junho de 2025, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) anunciou oficialmente a distribuição das pistolas CZ no Brasil, consolidando sua parceria estratégica com o grupo Colt CZ. Os primeiros modelos a serem oferecidos ao público civil serão a versátil CZ P-10C e a compacta CZ P7, ambas em calibre .380 Auto, com previsão de entrega a partir de outubro de 2025. Um marco para o portfólio da CBC A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), destaca que a iniciativa reforça o posicionamento da CBC como referência no fornecimento de armamentos civis de alta qualidade. A chegada da CZ ao Brasil representa a ampliação do acesso a modelos consagrados internacionalmente, conhecidos por seu desempenho, ergonomia e confiabilidade. Voltada exclusivamente ao público civil, essa oferta atende desde praticantes de tiro esportivo até usuários que buscam segurança pessoal. CZ P-10C: design moderno e confiabilidade comprovada A CZ P-10C apresenta operação semi-automática com sistema striker-fired híbrido, garantindo eficiência e resistência mesmo em uso prolongado. Pesa 740 g, possui cano de 102 mm, comprimento total de 187 mm e carregador com capacidade para 15 disparos no calibre .380 Auto. O modelo inclui miras metálicas luminescentes, estrutura em polímero reforçado com fibra de vidro e sistemas de segurança como barra no gatilho e bloqueio do percussor. Sua empunhadura DiFEND, com texturização agressiva, oferece excelente controle, enquanto o retém ambidestro do carregador garante maior praticidade para destros e canhotos. CZ P7: compacta, precisa e resistente Mais curta que a P-10C, a CZ P7 mantém o sistema striker-fired híbrido, mas com dimensões reduzidas para maior portabilidade. Pesando 780 g e equipada com cano de 95 mm, é ideal para quem busca equilíbrio entre tamanho e desempenho. Sua estrutura em polímero reforçado proporciona durabilidade, e as ranhuras frontais e traseiras no ferrolho facilitam o manuseio. O modelo é entregue com dois carregadores, case rígido e miras luminescentes, além de empunhadura anatômica para melhor controle durante o uso prolongado. Mais opções para o atirador civil brasileiro A introdução da CZ P-10C e da CZ P7 no mercado nacional oferece alternativas modernas e de alto padrão técnico, alinhadas às necessidades do público civil. Com suporte técnico e garantia local, a CBC garante confiança e segurança na aquisição desses modelos. Um passo estratégico para o setor Ao trazer oficialmente a marca CZ para o Brasil, a CBC reafirma seu compromisso com a inovação, qualidade e expansão do acesso a armamentos de excelência. Essa iniciativa fortalece o mercado nacional e proporciona ao consumidor civil opções alinhadas aos padrões internacionais. Para saber mais, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/cbc-anuncia-venda-armas-da-cz-veja-fotos/ Se você se interessou pelo assunto, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/rifle_cz_457_training

Turismo de tiro esportivo no Brasil: rotas, festas e experiências completas

04 AGO 2025

A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que o tiro esportivo está deixando de ser apenas uma prática técnica e competitiva para se tornar uma alternativa de lazer, cultura e desenvolvimento econômico em várias regiões do Brasil. Cresce no país uma tendência já consolidada em outras partes do mundo: o turismo de tiro esportivo. Mais do que visitar estandes, essa modalidade turística envolve vivências completas, que incluem gastronomia, festas culturais, cursos de iniciação e convivência com clubes tradicionais. Estados como Santa Catarina e Mato Grosso do Sul estão à frente desse movimento, unindo o esporte de precisão a experiências que movimentam a economia local e atraem visitantes de diferentes perfis. Santa Catarina: tradição transformada em atração Pioneiro na estruturação do turismo de tiro, Santa Catarina criou em 2022 a Rota Turística do Tiro, integrando 29 municípios com forte herança armamentista. A prática, herdada de imigrantes europeus, está enraizada nas sociedades de atiradores, que hoje promovem eventos esportivos e culturais. Jaraguá do Sul é o grande destaque, reconhecida como Capital Nacional dos Atiradores e sede da Schützenfest, a maior festa de atiradores do Brasil. O evento, realizado anualmente, atrai milhares de turistas com suas competições, desfiles típicos e gastronomia regional. A cidade também se destaca por seu desempenho esportivo e tradição na formação de atletas de alto nível. Outros municípios da rota — como Blumenau, São Bento do Sul, Chapecó e Florianópolis — oferecem clubes de tiro, infraestrutura turística e eventos integrados ao calendário cultural. Mato Grosso do Sul: inovação inspirada nos EUA Inspirado no modelo texano, o Projeto de Lei 176/2023 propõe a Rota do Tiro Desportivo em Mato Grosso do Sul. A proposta visa estimular o turismo regional por meio de clubes, CACs, hotéis temáticos e experiências diferenciadas, como “tiroterapia” e vivências familiares em ambiente controlado. A ideia é transformar o tiro esportivo em experiência turística estruturada, com apoio governamental e certificação para os municípios participantes. Oportunidade para o setor Com o crescimento do público interessado em tiro esportivo, abre-se um mercado promissor para clubes, lojistas, instrutores e cidades com vocação para o tema. É possível investir em pacotes personalizados, espaços para receber turistas e eventos abertos ao público. O turismo de tiro esportivo une lazer, tradição e economia, criando novas rotas e oportunidades em todo o Brasil. Para saber mais sobre turismo de tiro esportivo, acesse:  https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2022/09/02/rota-turistica-do-tiro-e-sancionada-pelo-governo-de-sc.ghtml https://midiamax.uol.com.br/politica/2023/inspirado-em-turismo-de-armas-dos-eua-tavares-quer-criar-rota-turistica-do-tiro-em-ms/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também: https://iwsbrazil.com.br/publicacao/tiro_esportivo https://iwsbrazil.com.br/publicacao/mulheres_no_tiro_esportivo

Caio de Almeida alcança marca histórica e passa a dividir recorde com Wu

01 AGO 2025

O tiro esportivo nacional testemunhou um feito expressivo com a atuação de Caio de Almeida, que somou 582 pontos na prova de Pistola de Ar Masculino, durante a 3ª Prova Centralizada de Carabina e Pistola, realizada na Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro. Com apenas 21 anos, Caio igualou o recorde brasileiro júnior que pertencia a Felipe Wu, medalhista de prata nas Olimpíadas Rio 2016. A marca, alcançada originalmente por Wu em 2009 e repetida em 2011, permaneceu isolada por 14 anos, até ser igualada por uma nova geração de talento e dedicação. Após a conquista, Caio destacou seu foco no progresso contínuo: “A ideia é sempre a mesma: manter a regularidade, melhorar aos poucos e seguir com o trabalho sério”. Início com dificuldades e apoio decisivo A entrada de Caio de Almeida no esporte foi marcada pela persistência diante da falta de estrutura. Em 2019, ele disputou sua primeira competição nacional sem possuir uma pistola própria, sendo viabilizada sua participação graças ao empréstimo feito por Tânia Giansante, ex-atiradora olímpica. Mesmo com um equipamento antigo e sem preparação adequada, Caio chegou à final e superou os 500 pontos, despertando o interesse do meio esportivo. Com a chegada de 2020 e as limitações impostas pela pandemia, iniciou um processo mais sistemático de treinamento sob a orientação do técnico Silvio Aguiar, outro ex-atleta olímpico. Seu desempenho logo se destacou: venceu a final do Campeonato Brasileiro com 560 pontos, consolidando-se como um nome de futuro promissor. Evolução técnica e projeção internacional Em 2021, Caio de Almeida foi convocado para compor a seleção brasileira júnior, o que o levou à disputa dos Jogos Pan-Americanos Júnior de Cali. Na competição, conquistou medalha de prata na prova individual e bronze em dupla mista com Sara Lais, ampliando sua experiência internacional e fortalecendo sua posição como atleta de alto rendimento. Já em 2024, Caio deu início a uma nova fase técnica, agora treinando com os técnicos Vladimir e Silveiro. Essa mudança representou um novo momento de aperfeiçoamento e preparação intensiva para desafios internacionais, incluindo competições continentais e mundiais. Caminho aberto para os Pan-Americanos de 2027 A loja IWS Brazil de Goiânia (GO), também informa que Caio de Almeida está classificado para os II Jogos Pan-Americanos Júnior, marcados para agosto de 2025, em Assunção, no Paraguai. O evento tem peso estratégico para sua trajetória, uma vez que os campeões de cada prova garantem vaga direta nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2027, torneio que figura entre os principais objetivos do atleta. Um símbolo da nova geração do esporte A história de Caio de Almeida é marcada pela superação, comprometimento e talento cultivado com disciplina. De uma estreia improvisada até o topo do ranking júnior, sua jornada mostra que a paixão pelo esporte é capaz de abrir caminhos, mesmo diante de obstáculos. “Treinar com regularidade, manter a mente no lugar e confiar no processo”: essa é a filosofia que guia o jovem atirador, que agora ocupa um espaço de destaque no cenário nacional. A igualdade do recorde não representa apenas um feito estatístico, mas a confirmação de que o Brasil tem em Caio de Almeida um nome forte para o futuro do tiro esportivo. Para saber mais sobre o novo recorde de Caio Almeida, acesse:  https://www.cbte.org.br/101450-2/ https://ge.globo.com/mt/noticia/2025/07/21/caio-almeida-iguala-recorde-de-medalhista-olimpico-e-destaca-mato-grosso-no-tiro-esportivo.ghtml Se você se interessou por esse conteúdo, confira também: https://iwsbrazil.com.br/publicacao/TIRO_ESPORTIVO_NAS_OLIMPIADAS https://iwsbrazil.com.br/publicacao/competicoes_internacionais_de_tiro_Esportivo

CBC traz rifle CZ 457 ao mercado brasileiro com foco em formação técnica

30 JUL 2025

A CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) ampliou sua aliança estratégica com o grupo Colt CZ, e com isso, trouxe ao mercado nacional uma das plataformas rimfire mais renomadas do mundo: o rifle CZ 457 Training calibre .22LR. O anúncio, feito em junho de 2025, reforça o posicionamento da CBC como elo entre a engenharia europeia de ponta e o público civil brasileiro que busca desempenho, confiança e acessibilidade. Essa nova fase da parceria foca no fortalecimento da linha de armas longas no Brasil, oferecendo modelos que reúnem durabilidade mecânica, precisão balística e facilidade de manuseio, mesmo para atiradores iniciantes. O CZ 457 é herdeiro direto das versões anteriores da linha rimfire da CZ, aprimorado em todos os aspectos técnicos e ergonômicos para melhor atender às exigências do tiro esportivo, recreativo e formativo. Características técnicas que destacam o CZ 457 Com cano forjado a frio de 24 polegadas (630 mm) e estrutura sólida, o CZ 457 Training é uma escolha natural para treinos de precisão. Sua coronha em madeira de lei envernizada não apenas garante robustez como confere ao modelo um visual clássico e refinado. O peso total de 2,9 kg contribui para o equilíbrio do disparo, sem causar fadiga em sessões prolongadas. O sistema de ferrolho com ação de 60 graus permite ciclos suaves e seguros, favorecendo uma experiência de tiro fluida e eficiente. A presença do indicador de percussor visível acrescenta mais uma camada de segurança operacional. O rifle também vem equipado com um carregador para cinco disparos, ideal para treinos técnicos em que cada tiro deve ser medido com atenção. Na parte superior, a mira traseira em estilo régua é totalmente regulável, enquanto a massa de mira é fixa — combinação pensada para garantir constância em práticas que exigem repetibilidade. O sistema de gatilho é ajustável em peso e curso, permitindo personalizações que aumentam significativamente a precisão de cada disparo. Pensado para formação, esporte e evolução técnica A versatilidade do CZ 457 não se resume ao desempenho. Seu cano com rosca padrão 1/2x20 UNF amplia as possibilidades de acoplar acessórios como moderadores de som e dispositivos de treinamento avançado. Isso o torna uma opção viável também para CACs, colecionadores e instrutores, além de uma excelente plataforma de entrada para quem está se preparando para migrar para calibres maiores. Sua ergonomia foi projetada para oferecer conforto e controle desde o primeiro contato, promovendo uma curva de aprendizado progressiva e segura. O projeto visa tanto o domínio técnico quanto o desenvolvimento de disciplina e controle emocional, fundamentais para o avanço no tiro esportivo. Uma nova fase para o tiro civil no Brasil A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), conclui que, com esse lançamento, a CBC reafirma seu papel como facilitadora do acesso a armamentos de padrão internacional, com suporte técnico e garantia nacional. O rifle CZ 457 chega com distribuição oficial, respaldo de fábrica e todos os recursos necessários para compor arsenais voltados ao esporte, formação e prática recreativa qualificada. A consolidação da marca CZ no Brasil representa um passo importante na promoção do tiro responsável e tecnicamente orientado. Essa proposta encontra sintonia com a tradição da CBC em mais de nove décadas de atuação no mercado armamentista nacional. O CZ 457 Training em calibre .22LR não é apenas uma ferramenta de precisão: é uma ponte entre o aprendizado e a excelência, ideal para aqueles que valorizam controle, desempenho e segurança em cada etapa do seu desenvolvimento como atiradores. Para saber mais sobre o assunto, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/cbc-anuncia-venda-armas-da-cz-veja-fotos/ Se você se interessou pelo conteúdo, confira também: https://iwsbrazil.com.br/publicacao/lancamentos_cbc_taurus_shot_Fair_2025

Colecionar armas é legal? Entenda como funciona essa atividade no Brasil

28 JUL 2025

Para muitos, armas de fogo evocam imagens ligadas à segurança ou ao combate. No entanto, há quem as enxergue por outra ótica: como testemunhos materiais de períodos históricos, símbolos de transformação tecnológica e peças de interesse cultural. É nesse contexto que se insere o colecionismo de armas — uma prática cada vez mais presente no Brasil e amparada por normas legais bem definidas. Muito além da aparência O verdadeiro colecionador não busca apenas a raridade ou a imponência estética. Seu interesse está na história embutida em cada peça. Cada arma é um documento físico que carrega marcas de seu tempo, seja pela tecnologia que emprega, seja pelos eventos em que esteve presente. É uma forma singular de se conectar com guerras, revoluções, invenções e mudanças de paradigma. Armas de diferentes épocas revelam mais do que seu calibre ou mecanismo: revelam culturas, estratégias militares e até políticas públicas. O que a legislação permite No Brasil, o colecionismo de armas é regulado pelo Comando do Exército (até junho de 2025), com base no Decreto nº 11.615/2023, exigindo do interessado a obtenção de um Certificado de Registro (CR). Apenas maiores de 25 anos podem solicitar essa autorização, que também se estende à categoria CAC (Colecionadores, Atiradores e Caçadores). Além de indivíduos, instituições como museus também podem manter acervos, desde que autorizadas e em conformidade com órgãos como o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). O que pode — e o que não pode — integrar um acervo A legislação permite que o colecionador tenha um exemplar por modelo, marca e calibre, respeitando certos critérios. São proibidas armas automáticas, armamentos em uso atual pelas Forças Armadas, armas longas semiautomáticas recentes e dispositivos bélicos proibidos. Mesmo modelos permitidos devem ser registrados e, em alguns casos, acompanhados de laudos que atestem seu valor histórico. Munições: peça complementar à história Sim, é possível colecionar munições — desde que estejam inertes (sem pólvora e com espoleta deflagrada) ou, no caso de coleções específicas, apenas um exemplar funcional por tipo, devidamente identificado. Essas exigências evitam riscos e reforçam o viés documental da prática. Avaliação e certificação histórica Peças de relevância histórica exigem documentação especial. Instituições como o IPHAN, museus e centros técnicos podem ser acionados para emitir laudos que confirmem a importância da arma dentro de um contexto específico. O próprio Exército pode participar da avaliação, especialmente em casos de importação ou quando há conexão militar envolvida. Preservar memórias com responsabilidade Colecionar armas é também um exercício de preservação. Muitas peças carregam consigo histórias não contadas nos livros — batalhas esquecidas, inovações mecânicas e transformações sociais. Em vários casos, coleções privadas se tornam fontes para exposições, estudos e projetos de educação patrimonial. Mesmo no espaço privado, a coleção cumpre uma função pública, desde que conduzida com seriedade. Compromissos que vão além da paixão Ser colecionador é assumir responsabilidades. O CR precisa ser renovado periodicamente, o armazenamento deve seguir critérios de segurança e o inventário precisa estar sempre atualizado. Transferências e alienações de armas também devem ser comunicadas oficialmente. O desrespeito às normas pode acarretar penalidades legais. Mais que cumprir regras, o colecionador deve compreender o valor simbólico e cultural de cada peça sob sua guarda. Conclusão A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), conclui que colecionar armas de fogo no Brasil é um ato legal, cultural e historicamente significativo. Quando conduzido com conhecimento, respeito às leis e compromisso ético, o colecionismo transcende o objeto físico: torna-se uma ponte viva entre o passado e o presente, uma forma legítima de manter a memória histórica acessível, preservada e valorizada. Para saber mais sobre coleção de armas, acesse:  https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Decreto/D11615.htm#art83 https://www.theguntrade.com.br/mercado/135-anos-da-rossi-taurus-lanca-revolveres-comemorativos-da-empresa/ Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/armazenamento_de_armas https://iwsbrazil.com.br/publicacao/manutencao_de_armas https://iwsbrazil.com.br/publicacao/transporte_de_armas

Transporte de armas: legalidade, cuidados e penalidades

25 JUL 2025

Para quem integra a categoria dos CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores), o transporte de armas é uma das etapas mais delicadas da atividade. Embora permitido, esse deslocamento exige atenção total às normas legais e operacionais, pois qualquer erro pode gerar sérias consequências. A autorização para esse transporte se dá por meio da Guia de Tráfego (GT), documento indispensável para legitimar o trajeto da arma fora do local de guarda. Com o Decreto nº 11.615/2023 e a Portaria COLOG nº 166/2023 em vigor, as regras foram atualizadas, tornando o processo mais específico e criterioso. O que é e o que não é a GT? A Guia de Tráfego é emitida pelo Exército Brasileiro (até junho de 2025) e autoriza o deslocamento de armamentos entre locais previamente definidos, como clubes de tiro, armeiros, áreas de caça ou novo endereço de acervo. É fundamental entender que a GT não equivale ao porte de arma. O CAC não pode carregar a arma pronta para uso ou municiada em hipótese alguma. Durante o transporte, a arma deve estar descarregada, embalada de forma segura e com a munição separada em recipiente apropriado. O documento da GT deve acompanhar o trajeto e estar disponível para apresentação imediata caso ocorra fiscalização. Situações que exigem a GT A emissão da Guia de Tráfego é obrigatória sempre que houver movimentação de arma fora de seu local de guarda cadastrado. As situações mais comuns incluem: Treinamentos ou competições em estandes de tiro; Deslocamento para manutenção com armeiro credenciado; Atividades de controle de fauna exótica, como o manejo do javali; Transferência do acervo para novo endereço cadastrado. Em cada uma dessas situações, a GT serve como prova da legalidade da ação. A validade da guia depende da finalidade: pode ser por evento único ou por até 12 meses, em casos de uso contínuo, como treinos regulares. Como solicitar sua GT? O processo é feito pela internet, nos sistemas das Regiões Militares (até junho de 2025). Para isso, o CAC deve: Ter o CR (Certificado de Registro) ativo; Apresentar o CRAF da arma a ser transportada; Estar com o endereço do acervo atualizado; Anexar documentos comprobatórios da atividade, como convites para competição, ordem de serviço do armeiro ou autorização ambiental. O documento gerado pode ser impresso ou apresentado em formato digital, desde que válido e legível. Cuidados durante o transporte Mesmo com a GT em mãos, é preciso seguir boas práticas: A arma deve estar completamente descarregada e sem acesso fácil ao motorista ou passageiros; A munição não pode estar junto da arma, devendo ser armazenada em embalagem própria; O trajeto deve ser direto, entre os locais indicados na GT, sem desvios injustificados; Jamais transporte armas em condição de uso imediato, sob pena de configurar crime. Essas regras protegem o CAC e a sociedade, evitando interpretações equivocadas em fiscalizações. Irregularidades e penalidades Desrespeitar as normas de transporte pode gerar desde a apreensão da arma até sanções penais. Os principais riscos incluem: Perda do CR e do acervo; Processo por porte ilegal de arma de fogo; Multas e reclusão previstas no Estatuto do Desarmamento. Mesmo um pequeno erro, como portar a arma carregada no carro, pode ser suficiente para perder todos os direitos como CAC. Conclusão: legalidade e segurança caminham juntas A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reforça que transportar armas legalmente exige mais do que documentação — exige compromisso com a lei e com a segurança. A Guia de Tráfego é a chave que regula essa responsabilidade. Dominar as regras e aplicar cada detalhe com atenção é o que diferencia o CAC consciente do amador desinformado. Antes de qualquer deslocamento, revise os documentos, prepare o armamento com cuidado e siga rigorosamente o trajeto autorizado. Respeitar a legislação é proteger o seu direito de continuar praticando seu esporte, hobby ou atividade rural com tranquilidade. Para saber mais sobre transporte de armas, acesse: https://areacac.com.br/guia-de-trafego-para-armas-de-fogo-cac/ https://www.gov.br/pt-br/servicos/emitir-guia-de-transito-para-o-transporte-de-arma-de-fogo Se você se interessou pelo conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/armazenamento_de_armas https://iwsbrazil.com.br/publicacao/manutencao_de_armas

Premiações da LINADE unem reconhecimento esportivo e fomento estrutural

23 JUL 2025

Em meio a um cenário de expansão e profissionalização do tiro esportivo, a Liga Nacional dos Atiradores Desportivos (LINADE) protagoniza uma das maiores ações de valorização do esporte no país ao premiar atletas de destaque e investir diretamente na estrutura dos clubes, consolidando um modelo de incentivo que alia reconhecimento, desenvolvimento técnico e fortalecimento da base esportiva. Shot Fair Pistols: a consagração dos melhores do ano Durante a Shot Fair Brasil 2025, realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo, o palco principal foi reservado para a premiação oficial do Shot Fair Pistols 2024-2025. A cerimônia celebrou o desempenho de 45 atletas que se destacaram ao longo da temporada, representando diversas regiões do país e reafirmando a força da LINADE como referência nacional no esporte. Cada campeão recebeu troféu exclusivo, carabina de ar comprimido CBC 4,5 mm e ingresso VIP com acompanhante para a feira, reforçando o prestígio da conquista e o compromisso da Liga com a valorização do atleta. As divisões contempladas foram: Pistola Light Pistola STD Pistola com Mira Óptica Pistola Hard Carabina CCP A diversidade regional dos premiados — com representantes de estados como São Paulo, Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro — evidenciou o alcance e a pluralidade do tiro esportivo praticado no Brasil. Carla Vancini: dois ouros e o avanço feminino no esporte Um dos grandes nomes da cerimônia foi Carla Vancini, da cidade de Itu (SP), que subiu duas vezes ao lugar mais alto do pódio ao conquistar os títulos de Carabina CCP – Feminino e Pistola Hard – Damas. A atleta foi aclamada como um dos principais símbolos da crescente presença feminina nas competições organizadas pela LINADE. “É gratificante vencer, mas mais ainda é ver mulheres ocupando espaços e sendo reconhecidas por sua performance. O tiro esportivo também é nosso”, destacou Carla. Outras atiradoras, como Thaysa Santos e Mayra Pastro, ambas de Rondônia, também marcaram presença no pódio, consolidando o bom momento das mulheres na modalidade. Clubes também vencem: apoio direto à base do esporte A LINADE reconhece que clubes de tiro são essenciais para a formação, o treinamento e a evolução dos atiradores. Por isso, em 2025, 18 instituições serão premiadas com pistolas REVINT Speed calibre .380 ACP, destinadas ao uso esportivo interno, além de prensas de recarga e acessórios técnicos fornecidos pelo Recarga Club. Esses equipamentos ampliam a capacidade dos clubes de oferecer experiências de prática segura, acessível e tecnicamente eficiente, impactando diretamente na formação de novos atletas. Sistema de classificação claro e acesso transparente As premiações seguiram critérios objetivos, com rankings definidos a partir de dois eixos principais: TOP10 estadual: premiando o melhor atleta de cada estado após a 6ª etapa da temporada. TOP8 nacional: contemplando os oito primeiros colocados do ranking geral ao fim da 9ª etapa. Todos os critérios e regulamentos foram disponibilizados publicamente no site oficial da LINADE, assegurando equidade e clareza em todo o processo. Premiações com propósito: muito além do simbolismo A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que o diferencial das ações da LINADE está em oferecer prêmios com valor funcional e impacto direto na rotina esportiva. Ao entregar armamentos e ferramentas de recarga, a Liga proporciona recursos reais para o aperfeiçoamento técnico, a continuidade dos treinamentos e a ampliação do acesso à modalidade. “Ser premiado por desempenho e ainda receber instrumentos que ajudam no nosso dia a dia é um reconhecimento completo. A LINADE está fazendo o esporte evoluir de verdade”, afirmou Alain Jean Marie Dubois, campeão da Pistola Light. Conclusão A LINADE demonstrou, com as premiações de 2025, que investir no esporte é mais do que distribuir medalhas — é fomentar estrutura, criar oportunidades e valorizar quem faz o tiro esportivo crescer todos os dias. Ao reconhecer os melhores atletas e apoiar diretamente os clubes, a Liga constrói um caminho sólido, técnico e acessível para o futuro do esporte no Brasil. Esse modelo de incentivo esportivo se torna, cada vez mais, referência para outras modalidades: um exemplo de como o compromisso com o desenvolvimento transforma realidades. Para saber mais, acesse:  https://www.linade.com.br/shot-fair-pistols-premia-45-atletas-no-sabado-05-de-julho-no-palco-da-shot-fair-em-sao-paulo-no-distrito-anhembi/ https://www.linade.com.br/ranking-geral-de-clubes-da-temporada-2025/ Se você se interessou pelo assunto, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/lancamentos_cbc_taurus_shot_Fair_2025 https://iwsbrazil.com.br/publicacao/mulheres_no_tiro_esportivo

Tudo sobre carabinas de pressão: calibres, sistemas e cuidados

21 JUL 2025

No vasto universo do tiro esportivo, as carabinas de pressão conquistaram um espaço sólido por unir tecnologia acessível, segurança e desempenho técnico. São equipamentos ideais tanto para o lazer quanto para o treinamento sério, sendo indicadas para iniciantes e veteranos que desejam aprimorar sua pontaria. Ao contrário das armas de fogo, as carabinas funcionam com ar ou gás comprimido, tornando seu uso mais simples, legalmente descomplicado e ainda assim desafiador. Como funciona uma carabina de pressão? Essas armas utilizam um sistema de compressão — seja de ar ou gás — que impulsiona o projétil no momento em que o gatilho é acionado. A munição é o chamado "chumbinho", um projétil metálico de pequeno porte. Os modelos variam quanto à potência, precisão e forma de acionamento, mas todos partem do mesmo princípio: liberação rápida de pressão para gerar disparo. Os calibres mais populares no Brasil são o 4,5 mm e o 5,5 mm, sendo o primeiro mais veloz e com trajetória retilínea, e o segundo conhecido por causar maior impacto no alvo. Já o calibre 6,35 mm é voltado a aplicações específicas que exigem mais energia. Entendendo os tipos de mecanismos O que realmente diferencia uma carabina de outra está no seu sistema propulsor. Veja os principais: Mola helicoidal: tradicional e robusta, é a escolha mais econômica, mas com maior recuo e vibração no disparo; Gás RAM (nitrogênio): substitui a mola por um pistão pneumático, oferecendo disparos mais suaves e durabilidade estendida; CO2: utiliza cilindros de gás, ideal para ambientes internos e disparos mais leves, com operação prática e silenciosa; PCP (Pre-Charged Pneumatic): o modelo mais avançado, com ar comprimido em reservatórios recarregáveis. Oferece precisão extrema e vários disparos por recarga, sendo a favorita em competições. Quem busca desempenho superior e consistência nos tiros geralmente escolhe uma PCP, mesmo exigindo investimento maior e equipamentos auxiliares, como cilindros ou compressores. Aplicações diversas e acessibilidade As carabinas de pressão servem para muito mais do que recreação. São ferramentas eficientes para treino de mira, controle emocional e desenvolvimento da coordenação motora. Atiradores esportivos, caçadores de pragas rurais e praticantes ocasionais encontram nesse tipo de arma uma solução prática e eficiente. Uma das grandes vantagens legais no Brasil é que as carabinas de pressão com até 6,35 mm não exigem registro para aquisição, desde que sejam usadas com responsabilidade e dentro das normas de segurança. Uso consciente e cuidados essenciais Apesar da facilidade de compra, o manuseio de uma carabina deve ser feito com atenção e respeito. Isso inclui o uso de óculos de proteção, disparos apenas em locais autorizados e um bom entendimento das capacidades do equipamento. Tratar uma carabina de pressão como um brinquedo é um erro grave — ela exige disciplina e cuidado como qualquer arma de verdade. Manter a carabina limpa, calibrada e armazenada corretamente garante sua longevidade. Além disso, considerar o perfil do usuário na hora da compra — se é iniciante, praticante frequente ou competitivo — ajuda a escolher o modelo certo, evitando frustrações e otimizando a experiência. Com uma carabina de pressão bem escolhida, o atirador encontra não só precisão e desempenho, mas também uma entrada inteligente e segura no mundo do tiro esportivo. Aproveite a oportunidade e venha conhecer os produtos da loja IWS Brazil, de Goiânia (GO)!  Para saber mais sobre carabinas de pressão, acesse: https://blog.lazereaventura.com.br/carabinas-de-pressao-custo-beneficio/ Se você se interessou pelo assunto, confira também: https://iwsbrazil.com.br/publicacao/nitro_force

Olimpíadas, Copa e Mundial: conheça o auge competitivo do tiro esportivo

18 JUL 2025

O tiro esportivo vai muito além dos estandes locais. No cenário internacional, ele se apresenta como uma das mais sofisticadas e exigentes modalidades do esporte de precisão.  Com raízes profundas na história dos Jogos Olímpicos modernos, sua evolução é marcada pela profissionalização, pela inovação e por uma ampla rede de competições que movimenta atletas e federações ao redor do mundo. As competições internacionais de tiro são o ápice da exigência técnica e emocional dos atletas, reunindo os melhores do mundo em provas de altíssimo nível. Olimpíadas: palco máximo da consagração Desde 1896, o tiro esportivo integra o programa olímpico, sendo uma das modalidades mais tradicionais. Atualmente, o evento conta com provas de pistola, carabina e tiro ao prato, tanto em categorias masculinas quanto femininas e mistas. Participar dos Jogos é uma conquista reservada a poucos, e simboliza o topo da carreira de um atirador. A visibilidade gerada impulsiona o desenvolvimento do esporte e inspira milhares de novos praticantes. Mundial da ISSF: técnica levada ao extremo Organizado pela International Shooting Sport Federation (ISSF), o Campeonato Mundial ocorre a cada quatro anos e oferece uma vitrine mais ampla que os próprios Jogos Olímpicos. Modalidades menos conhecidas, como o Alvo Móvel e o Rifle 300m, ganham destaque neste torneio, que valoriza a diversidade e a complexidade do tiro esportivo. Circuito da Copa do Mundo: constância e superação A cada temporada, a ISSF organiza diversas etapas da Copa do Mundo. Essas competições contam pontos para o ranking mundial e definem os participantes da grande final da Copa. Para os atletas, a Copa do Mundo é o verdadeiro teste de regularidade, adaptação e resistência mental. Em paralelo, a versão exclusiva para espingardas reúne especialistas em locais tradicionais da modalidade, como Lonato del Garda (Itália) e Nicósia (Chipre). Regionais e categorias de base: construindo o futuro O cenário europeu e asiático também abriga grandes torneios, com destaque para os Campeonatos Continentais, que servem como qualificatórias olímpicas e revelam talentos em formação. Além disso, a Copa do Mundo Júnior ganha cada vez mais prestígio, promovendo a transição entre as gerações e fortalecendo as categorias de base. Novos formatos e popularização A ISSF tem investido em formatos inovadores para aproximar o esporte do grande público. O Target Sprint — uma combinação de corrida com tiro de carabina de ar — e o ISSF Grand Prix são exemplos de provas com menor barreira de entrada e alto apelo visual. Esses formatos ampliam a audiência, estimulam a prática recreativa e renovam o interesse pelo esporte. Um calendário que molda o futuro do esporte As grandes competições não apenas consagram os melhores: elas criam um ciclo virtuoso de investimento, visibilidade e renovação técnica. Atletas, clubes e federações se preparam durante anos para alcançar o desempenho necessário. O impacto é sentido também fora das pistas: mais interesse público, mais inovação e maior profissionalismo. O calendário de 2025 promete manter acesa a chama da excelência, com disputas memoráveis e novos nomes entrando para a história do esporte. Para saber mais sobre competições internacionais de tiro esportivo, acesse: https://www.cbte.org.br/calendario/2025/?area=&tipo=&ranking= https://www-issf--sports-org.translate.goog/news/4530?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=sge&_x_tr_hist=true Se você se interessou pelo conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/TIRO_ESPORTIVO_NAS_OLIMPIADAS

Shot Fair Brasil 2025: lançamentos, atividades e debates sobre armas

16 JUL 2025

De 2 a 5 de julho, o Distrito Anhembi, em São Paulo, recebeu a 5ª edição da Shot Fair Brasil, evento que se tornou referência continental em armamento, tiro esportivo, segurança, caça e vida outdoor. A feira reuniu mais de 180 marcas expositoras e milhares de visitantes, consolidando-se como espaço vital para lançamentos, parcerias comerciais e valorização da cultura armamentista brasileira. Com uma programação que combinou tecnologia, esporte, debates e vivências práticas, a edição de 2025 elevou ainda mais o padrão da feira. CBC expande linhas e reforça presença internacional A CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) apresentou uma série de lançamentos voltados a caçadores, colecionadores e atiradores. O novo rifle .308 WIN Ranger Lightweight, com cano tratado em Cerakote® e estrutura aliviada em peso, foi um dos grandes destaques. Também chamaram atenção a espingarda Pump Savana cal. 12, o rifle 7022 Tactical – edição 99 anos e a linha Rio Grande em .357 Magnum. Outro lançamento importante foi o rifle CBC Delta .22 WMR, pensado para quem busca leveza e precisão no mesmo equipamento. Além disso, a CBC oficializou a entrada no mercado civil de modelos Colt CZ no Brasil, com pistolas como CZ P-07, P-10C e a renomada Shadow 2, além da submetralhadora Scorpion EVO 3 S1. Taurus foca em inovação, esporte e segurança pública A Taurus apostou fortemente no calibre .38 TPC, agora compatível com modelos G3, GX2, GX4, RT 385 e 1911, fortalecendo a produção nacional e a adesão entre os CACs. A nova GX4 Carry em .380 ACP foi pensada para o porte velado, enquanto a TX9 Competition, voltada para atletas, teve destaque pela ergonomia e desempenho. No setor militar e tático, a empresa apresentou protótipos como a submetralhadora RPC e o drone TAS – Tactical Air Soldier, projetado para ações especiais. Assim, a Taurus reafirma sua liderança com soluções para todos os perfis, do esportivo ao institucional. Experiência além da vitrine: imersão e conteúdo qualificado Durante os quatro dias, os visitantes puderam interagir com simuladores de tiro, pista de airsoft, oficinas de bushcraft, arquearia, parede de escalada e demonstrações técnicas com especialistas. A Arena Shot Fair recebeu debates com nomes como Bene Barbosa, John Lott Jr. e Stephen Halbrook, que discutiram temas como colecionismo, legislação armamentista e políticas públicas. A integração entre público, marcas e especialistas proporcionou um ambiente de aprendizado e fortalecimento institucional. Esporte e inspiração: a presença dos grandes atletas Estrelas como Felipe Wu, medalhista olímpico, e Alexandre Galgani, ícone paralímpico, participaram de atividades com o público, motivando novas gerações de atiradores. Demonstraram técnicas, compartilharam histórias e ressaltaram a importância do apoio à base esportiva. A loja IWS Brazil de Goiânia (GO), destaca que a Shot Fair Brasil 2025 reforçou o papel do tiro esportivo como disciplina de alto nível e inspiração nacional. Para saber mais sobre a Shot Fair Brasil 2025, acesse:  https://shotfairbrasil.com.br/ https://www.theguntrade.com.br/mundo-cac/cbc-lanca-novas-armas-espingarda-savana-novo-ranger-e-mais/ https://www.theguntrade.com.br/mercado/taurus-lanca-7-armas-na-shot-fair-5-em-38-tpc-veja-fotos/

De espectadoras a protagonistas: a ascensão das mulheres no tiro esportivo

14 JUL 2025

Durante décadas, o tiro esportivo foi associado quase exclusivamente ao universo masculino, fortemente vinculado à tradição militar e a uma visão limitada de força. Mas esse paradigma tem sido rompido com determinação por mulheres que, passo a passo, assumem protagonismo nas linhas de tiro. Hoje, elas não apenas participam — elas lideram, competem em alto nível e redefinem o que significa ser atiradora. Um passado de exclusão, um presente de conquistas Embora o tiro tenha estreado nos Jogos Olímpicos ainda em 1896, o acesso feminino demorou a se consolidar. A presença das mulheres nas competições só ganhou autonomia a partir de 1984, quando foram criadas categorias exclusivamente femininas. Antes disso, participações como a de Margaret Murdock, que brilhou em provas mistas na Olimpíada de 1976, simbolizavam uma exceção corajosa. Hoje, o esporte reconhece formalmente essa presença com provas específicas e mistas — reflexo direto da luta histórica por espaço e igualdade. Avanço no Brasil: representatividade que dispara O Brasil acompanha essa transformação com números crescentes de atiradoras federadas. Incentivadas por clubes, federações e eventos nacionais, milhares de mulheres têm encontrado no tiro esportivo uma atividade técnica, segura e empoderadora. A LINADE aponta aumento constante nos registros femininos, consolidando uma mudança de cenário. Competições como a Copa Brasil contam com recordes de participação feminina, e o setor de equipamentos se adapta, com armas e acessórios desenvolvidos para o biotipo e as preferências das mulheres atiradoras. Habilidades afinadas com a modalidade A alta performance feminina no tiro não é fruto apenas de treinamento intenso, mas também da combinação de qualidades fundamentais à modalidade. Concentração, controle emocional e atenção minuciosa aos detalhes tornam-se diferenciais marcantes entre muitas atiradoras. A consciência corporal e a disciplina com os procedimentos de segurança e execução técnica são exemplos de como o desempenho feminino se destaca. Nomes como Ana Luiza Ferrão e Rosane Ewald simbolizam esse novo tempo, representando o Brasil em campeonatos internacionais e inspirando futuras atletas. Mais que competição: um espaço de autonomia O tiro esportivo também se revela como caminho de fortalecimento pessoal para muitas mulheres. Mais do que acertar alvos, elas conquistam respeito, constroem autoestima e enfrentam, com precisão, desafios internos e externos. A prática do tiro esportivo pode ser uma ferramenta poderosa de desenvolvimento emocional e psicológico, promovendo equilíbrio, foco e autoconfiança. Desafios persistem, mas o futuro é promissor A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reconhece que ainda existem barreiras culturais e sociais que exigem enfrentamento — desde o preconceito velado até a pressão por provar competência. No entanto, o aumento de mulheres em posições de comando, como instrutoras e dirigentes de clubes, indica que a participação feminina está se consolidando em todas as frentes do esporte. A tendência é clara: o tiro esportivo caminha rumo a um futuro mais plural, onde o talento fala mais alto que qualquer estereótipo. As mulheres estão mudando a paisagem do tiro esportivo — e não há retorno. Com cada disparo, elas abrem novos caminhos, inspiram outras e mostram que precisão, técnica e controle não têm gênero. Trata-se de uma revolução silenciosa, mas certeira! Para saber mais sobre mulheres no tiro esportivo, acesse: https://www.linade.com.br/mulheres-no-tiro-esportivo-um-exemplo-de-superacao-e-determinacao/ Se você se interessou pelo conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/tiro_esportivo

6 canais brasileiros sobre tiro esportivo que você precisa conhecer

11 JUL 2025

O tiro esportivo tem encontrado espaço de destaque na internet, principalmente no YouTube, onde canais especializados oferecem um verdadeiro arsenal de conhecimento para iniciantes, praticantes e apaixonados pelo universo armamentista. Com uma produção crescente e engajada, esses criadores de conteúdo vêm desempenhando um papel essencial na difusão da cultura do tiro esportivo no Brasil. Esses canais vão muito além da demonstração de armas e técnicas: abordam legislação, segurança, testes de equipamento e orientação para novos praticantes. A variedade de estilos e enfoques permite que cada atirador encontre um canal com o qual se identifique e evolua em sua jornada esportiva. Samuel Cout: independência e profundidade  Samuel Cout se tornou referência nacional por sua abordagem imparcial e altamente técnica. Com mais de 1,5 milhão de inscritos, seu canal é voltado a análises criteriosas de armamentos e debates sobre legislação. São mais de mil vídeos e centenas de milhões de visualizações que educam e informam com seriedade. YouTube: https://www.youtube.com/@SamuelCout Instagram: @cout.samuel Diário do Atirador: experiência de campeão  Sob o comando de Thyago Almeida, o Diário do Atirador combina prática e teoria com autoridade. Thyago é multicampeão em provas de IPSC e IDSC, e compartilha semanalmente lives e conteúdos instrutivos. Seu canal é ideal para quem busca aperfeiçoamento constante, com base na experiência real de um atleta de alto rendimento. YouTube: https://www.youtube.com/c/Di%C3%A1riodoAtirador Instagram: @diariodoatirador Site oficial: diariodoatirador.com.br Papo de Atirador: leveza e informação  Eduardo Azeredo criou um espaço onde informação e entretenimento caminham juntos. O Papo de Atirador traz testes, análises e bate-papos sobre armas, airsoft e legislação com uma linguagem acessível. É o canal certo para quem quer aprender de forma descontraída, sem abrir mão da seriedade no conteúdo. YouTube: www.youtube.com/papodeatirador Instagram: @papodeatirador Site oficial: papodeatirador.com Charles Dias Tiro de Pressão: foco e especialização  Para quem deseja explorar o tiro de pressão, o canal de Charles Dias é uma mina de ouro. Seus vídeos detalham manutenção, ajustes, técnicas e escolhas de equipamentos para carabinas e pistolas de pressão. A profundidade dos tutoriais torna o canal um guia essencial para quem pratica essa vertente do tiro esportivo. YouTube: www.youtube.com/@charlesdiastirodepressao Família Saldanha - IPSC: a prática em destaque  Produzido por Roberto Saldanha e Jaime Saldanha Jr., o canal acompanha de perto a rotina do tiro prático no Brasil. Com conteúdo voltado à modalidade IPSC, oferece dicas, tutoriais e cobertura de competições. Jaime Saldanha Jr. é uma das maiores referências do esporte no país, o que confere peso ao canal. YouTube: www.youtube.com/@familia_saldanha Instagram: @jaime_saldanhajr Brothers in Arms Brasil: tiro de precisão com alto nível  Voltado ao tiro de precisão e à formação técnica, o canal Brothers in Arms é liderado por dois instrutores altamente capacitados: Ricardo Caritá e Lui Gonzaga. Os vídeos são voltados a atiradores experientes ou em formação, com conteúdo sobre balística, ajustes finos e escolha de fuzis. É um canal especializado, perfeito para quem deseja se aprofundar no tiro de longa distância. YouTube: https://www.youtube.com/@BrothersInArmsBrasil Instagram: @brothersinarmsbr Site oficial: brothersinarmsbrasil.com.br Conteúdo para todos os perfis  A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que a diversidade dos canais sobre tiro esportivo reflete a riqueza do próprio esporte. Há conteúdo para todos os níveis, idades e estilos. Ao explorar essas plataformas, o atirador pode aprimorar suas técnicas, compreender melhor a legislação vigente e fazer escolhas mais conscientes em relação a equipamentos e modalidades. Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/guia_para_se_tornar_atirador_esportivo https://iwsbrazil.com.br/publicacao/tiro_esportivo  

Conheça a história olímpica do tiro esportivo e os heróis brasileiros

09 JUL 2025

Poucas modalidades olímpicas possuem uma história tão longa e enraizada quanto o tiro esportivo. Presente desde os primeiros Jogos da era moderna, em 1896, o esporte carrega consigo uma combinação única de concentração, precisão e controle emocional. Ao longo dos anos, passou por inúmeras transformações, acompanhando o desenvolvimento tecnológico e social do mundo esportivo. Da Grécia Antiga aos pódios modernos A presença do tiro esportivo nas Olimpíadas só não foi registrada em duas edições desde 1896, tornando-o uma das modalidades mais constantes da história olímpica. Desde os torneios iniciais, restritos ao público masculino, até a consolidação das categorias femininas, o esporte expandiu fronteiras e aperfeiçoou seu regulamento para garantir mais equidade e desafio técnico. Nos Jogos de 1920, na Antuérpia, o Brasil escreveu um capítulo marcante em sua história olímpica ao conquistar suas três primeiras medalhas — incluindo seu primeiro ouro, com Guilherme Paraense, na pistola rápida. Foi através do tiro esportivo que o país começou sua jornada no quadro de medalhas olímpicas. Um esporte de múltiplas faces Atualmente, o tiro olímpico é composto por 15 provas, agrupadas em três grandes categorias: pistola, carabina e tiro ao prato. Cada uma delas testa habilidades distintas e impõe regras técnicas específicas quanto à distância, tipo de arma, postura de tiro e sistema de pontuação. Na categoria pistola, os atiradores realizam disparos com uma única mão, em distâncias de 10 ou 25 metros. Provas como a pistola de ar 10 metros (mista, feminina e masculina) e a pistola de tiro rápido desafiam a estabilidade e a velocidade de reação dos competidores. Nas provas de carabina, a exigência física e postural é elevada. Modalidades como a carabina de ar 10 metros e a carabina 3 posições exigem que os atletas alternem entre posições de pé, ajoelhado e deitado — o que requer domínio absoluto sobre o próprio corpo. Já o tiro ao prato — nas versões Skeet e Fossa Olímpica — rompe com a lógica dos alvos fixos e insere o componente da movimentação aérea. Pratos de argila são lançados em trajetórias imprevisíveis, e o atirador precisa agir com rapidez e precisão para acertá-los no ar. Progresso, controvérsias e conquistas A evolução do esporte também teve seus momentos controversos. Nos Jogos de Paris 1900, houve uma breve — e hoje condenada — prova de tiro ao pombo vivo, posteriormente substituída pelo atual tiro ao prato. Desde então, as modalidades foram refinadas e modernizadas, garantindo mais precisão técnica e sensibilidade ética. O Brasil e seu reencontro com o pódio Após décadas sem conquistas, o Brasil voltou a figurar entre os medalhistas com Felipe Wu, que conquistou a prata na pistola de ar 10 metros nos Jogos do Rio 2016. O resultado reacendeu o interesse pela modalidade e impulsionou investimentos em formação de novos talentos. Hoje, a loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), observa que atletas brasileiros disputam com destaque provas de pistola, carabina e prato, impulsionados pelo legado olímpico e pelo trabalho de base realizado por clubes e federações. Para saber mais sobre tiro esportivo nas Olimpíadas, acesse:  https://ge.globo.com/olimpiadas/guia/2024/07/25/c-tiro-esportivo-regras-modalidades-historia-e-curiosidades.ghtml http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/olimpiadas/modalidades/tiro-esportivo Se você se interessou pelo conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/MODALIDADES_DO_TIRO_ESPORTIVO

Modalidades do tiro esportivo: tradição, técnica e ação

07 JUL 2025

O tiro esportivo é uma prática que exige muito mais do que simplesmente acertar um alvo. Trata-se de uma combinação sofisticada de técnica, controle corporal, foco mental e conhecimento do equipamento. Dividido em diversas modalidades, o esporte proporciona experiências diferentes para cada perfil de atleta, desde aqueles que buscam precisão milimétrica até os que preferem desafios com ritmo acelerado e cenários variáveis. Tiro de Precisão: concentração elevada e domínio técnico Essa é a modalidade mais clássica e tradicional do tiro esportivo. O foco aqui está em acertar com o máximo de exatidão o centro de um alvo estático, geralmente a distâncias que variam entre 10 e 50 metros. Utilizando armas como pistolas, carabinas ou rifles, o atirador precisa dominar o alinhamento da mira, o controle da respiração e a estabilidade do corpo. Cada disparo exige um equilíbrio perfeito entre técnica, paciência e sensibilidade motora. As provas envolvem diferentes formatos, como tiro com carabina de ar comprimido a 10 metros, ou carabina em três posições — deitado, ajoelhado e em pé — a 50 metros. A repetição constante dos movimentos e a leitura precisa do ambiente são essenciais para alcançar bons resultados nessa categoria. Tiro Prático (IPSC): ação e estratégia sob pressão Quem prefere uma abordagem mais dinâmica encontra no Tiro Prático, também conhecido pela sigla IPSC, um campo fértil para desafios. Aqui, o atirador precisa se mover por pistas montadas com obstáculos e alvos em posições e direções variadas. A pontuação leva em conta não apenas a precisão, mas também a velocidade de execução e a tomada de decisões táticas. O IPSC exige domínio do armamento em situações de mobilidade, raciocínio rápido e capacidade de adaptação a mudanças inesperadas durante a prova. São utilizadas pistolas, rifles e espingardas, e os percursos raramente se repetem — o que exige treino constante e versátil. É uma modalidade que simula situações práticas de combate ou defesa e atrai cada vez mais praticantes no mundo todo. Tiro ao Prato: precisão em movimento e reflexo afiado Utilizando espingardas e alvos móveis de argila — os “pratos” —, o Tiro ao Prato é uma das modalidades mais empolgantes do esporte. Os pratos são lançados a alta velocidade em diferentes direções, e o atirador precisa atingi-los antes que saiam do campo de visão. Essa prova depende de reflexos extremamente rápidos e da capacidade de antecipar a trajetória do alvo com precisão. As variações mais comuns são a Fossa Olímpica, onde os pratos são lançados aleatoriamente e o competidor tem até dois disparos; a Fossa Dublê, que apresenta dois pratos simultaneamente com apenas um Tiro por Prato; e o Skeet, no qual os pratos se cruzam no ar vindos de torres opostas, desafiando a sincronia do atirador. Categorias por tipo de arma: carabinas, pistolas e espingardas Além das modalidades, o tiro esportivo também se estrutura de acordo com os tipos de armamento utilizados: Carabina: arma longa e estável, ideal para provas de precisão. A carabina de ar comprimido a 10 metros e a prova em três posições a 50 metros são exemplos de competições tradicionais com esse tipo de arma. Pistola: usada com uma mão, a pistola exige técnica refinada e controle total do recuo. Provas como pistola de ar, tiro rápido ou livre desafiam a constância e a concentração do atirador sob diferentes ritmos. Espingarda: utilizada exclusivamente no tiro ao prato, exige força, agilidade e reflexos apurados. O desempenho depende da capacidade de leitura visual e de reação instantânea ao movimento dos alvos. Conclusão: o esporte da precisão em múltiplas versões A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que cada modalidade do tiro esportivo oferece uma experiência única, valorizando diferentes aspectos da habilidade do atirador. Quem busca silêncio e controle minucioso encontra no tiro de precisão seu espaço ideal. Já os que gostam de ação e raciocínio rápido se destacam no Tiro Prático. E aqueles que preferem o desafio dos alvos em movimento se encontram no Tiro ao Prato. Independentemente da escolha, todas as modalidades compartilham os mesmos pilares: disciplina, prática constante e respeito às normas. Mais do que acertar o centro de um alvo, o tiro esportivo é sobre acertar o ponto ideal entre corpo, mente e máquina. Para saber mais sobre as modalidades do tiro esportivo, acesse: https://ge.globo.com/olimpiadas/guia/2024/07/25/c-tiro-esportivo-regras-modalidades-historia-e-curiosidades.ghtml

Tudo sobre calibres: da medida ao impacto na performance

04 JUL 2025

Para quem está inserido no mundo das armas de fogo, entender o que é o calibre da munição não é apenas uma questão de curiosidade, mas sim de funcionalidade e responsabilidade. O calibre determina características essenciais de uso, como a potência, o recuo, a precisão e a capacidade de carregamento da arma. Além disso, influencia diretamente a legalidade da posse e a escolha do equipamento conforme a finalidade — seja no tiro esportivo, na caça ou na defesa pessoal. O que define um calibre? Na prática, o calibre é a medida do diâmetro interno do cano de uma arma, e essa dimensão deve coincidir com a largura do projétil. Essa correspondência é crucial para garantir o disparo eficiente, seguro e com aproveitamento máximo da energia da munição. No entanto, as formas de mensurar esse diâmetro podem variar conforme a origem e o sistema: polegadas, milímetros ou centésimos de polegada. Termos como “calibre nominal” e “calibre real” também ajudam a compreender essas variações. O nominal é o nome comercial da munição, como ".45 ACP" ou "7,62x39mm", enquanto o real diz respeito à medição precisa do cano, incluindo os sulcos dos raiamentos. Esse conhecimento é indispensável para evitar erros na escolha da munição e garantir o uso seguro do armamento. Três sistemas, múltiplas designações A ausência de um padrão global faz com que os calibres sejam identificados por diferentes sistemas: O métrico, predominante na Europa e no Brasil, expressa calibre e comprimento do estojo (ex: 9x19mm, 5,56x45mm); O inglês, mais tradicional, adota nomes históricos com frações de polegada (ex: .303 British); O americano, baseado em centésimos de polegada, é um dos mais utilizados globalmente (ex: .38 Special, .45 ACP). Dominar essas nomenclaturas facilita a interpretação de especificações técnicas, manuais e catálogos, especialmente para quem busca variedade de armamentos e munições. Grupos de calibres e suas aplicações Mesmo com tanta diversidade de nomes e medidas, é possível organizar os calibres em famílias. A família .22, por exemplo, representa munições leves, de recuo suave, ideais para iniciantes e para o tiro de precisão recreativo. Já a família .30 inclui calibres mais potentes, como o .308 Winchester e o 7,62x39mm, voltados para caça e uso militar. A família 9 mm, por sua vez, é amplamente usada em armas curtas, como pistolas e revólveres, incluindo o 9mm Parabellum e o .357 Magnum. Há também os calibres de alta energia, como os da família .50, utilizados em armamentos pesados, tanto militares quanto civis com autorização especial. Esses agrupamentos ajudam a identificar rapidamente o potencial de cada tipo de munição, bem como sua adequação ao objetivo desejado. Influência prática do calibre Escolher o calibre não é só questão de gosto — envolve aspectos técnicos. Munições maiores geram mais energia e impacto, mas exigem maior controle do recuo e, geralmente, têm menor capacidade de carregador. Já calibres menores, como o 5,56x45mm, permitem disparos mais precisos e em maior quantidade, ideais para combates táticos e tiro esportivo. A escolha errada do calibre pode comprometer tanto o desempenho da arma quanto a experiência do atirador. Por isso, considerar o nível de habilidade, o tipo de uso e o contexto é essencial. O que é permitido no Brasil? A legislação brasileira estabelece limites energéticos para definir calibres permitidos, controlados ou restritos. Em armas curtas, o limite é de 407 joules, e em armas longas, 1.620 joules. Calibres acima disso, como o 9mm, .40 S&W ou .308, só podem ser utilizados por quem tem Certificado de Registro como CAC, cumprindo exigências legais como habitualidade e destinação específica. Munições com efeitos especiais, como as incendiárias ou perfurantes, são sempre de uso restrito. Conhecer esses limites evita infrações e garante o uso consciente e dentro da legalidade. Conclusão A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reforça que saber interpretar os diferentes tipos de calibre é uma habilidade central para qualquer entusiasta ou profissional do universo das armas. Isso vai além da teoria — impacta a segurança, a precisão e o uso legal do armamento. Estudar os sistemas de medição, as famílias de munições e as regras brasileiras é um investimento em preparo técnico e responsabilidade. Arma e munição são partes de um sistema que deve funcionar com equilíbrio e conhecimento. Para saber mais sobre calibres de munições, acesse: https://infoarmas.com.br/entendendo-as-familias-de-calibres/ https://legalmentearmado.com.br/blog/legislacao/calibres-permitidos-restritos

Conforto, técnica e precisão: acessórios essenciais no tiro esportivo

02 JUL 2025

No tiro esportivo, a arma e a habilidade do atirador são apenas parte da equação. Investir nos equipamentos corretos é tão importante quanto o treino técnico. O desempenho ideal depende de um conjunto bem escolhido de acessórios que agregam precisão, segurança, organização e conforto à prática. Segurança em primeiro lugar: proteção auditiva e ocular A exposição ao ruído dos disparos pode causar danos irreversíveis, mesmo em sessões curtas. O uso de proteção adequada é indispensável: Abafadores eletrônicos: atenuam sons de alto impacto, mantendo a percepção ambiental. Óculos de proteção balística: evitam lesões por partículas, gases e detritos. Lentes intercambiáveis são ideais para diferentes condições de luz. A segurança é sempre a prioridade número um para qualquer praticante sério de tiro esportivo.  Mobilidade e eficiência: cintos e coldres Nas provas dinâmicas, como IPSC ou Tiro Prático, mobilidade e saque rápido são fundamentais. Por isso: Cintos táticos rígidos oferecem estabilidade e suporte ao equipamento. Coldres devem permitir saque rápido, com segurança e conformidade às regras. A combinação ideal evita deslocamentos e otimiza os movimentos. Um cinto bem ajustado e um coldre funcional fazem a diferença entre um bom desempenho e falhas críticas. Organização e transporte: bolsas e maletas O transporte de armas e equipamentos exige atenção às normas legais e à proteção dos materiais: Maletas rígidas com espuma e trava para armas de fogo. Bolsas táticas modulares para carregadores, ferramentas e documentos. Cases com compartimentos específicos facilitam a logística do treino ou competição. Manter tudo bem organizado garante não apenas segurança, mas agilidade e foco na prática. Precisão nos detalhes: alvos, cronógrafos e sistemas de medição Treinos eficazes pedem ferramentas que tornem mensurável o desempenho técnico: Alvos reativos, metálicos ou de papel, conforme a modalidade. Cronógrafos balísticos para medir a velocidade do projétil. Sistemas eletrônicos que analisam agrupamentos e pontuação com exatidão. Esses acessórios transformam o treino comum em uma ferramenta real de evolução. Manutenção constante: kits de limpeza Nada é mais essencial do que cuidar bem do próprio armamento: Kits com escovas, hastes, solventes e óleos lubrificantes. A manutenção periódica evita falhas e preserva a precisão. Cuidar da arma é garantir sua durabilidade, segurança e funcionamento confiável a cada disparo. Conforto e desempenho: roupas e luvas técnicas O vestuário certo contribui para estabilidade e concentração: Luvas com boa aderência reduzem o risco de escorregões e ampliam o controle. Roupas técnicas ajustadas evitam incômodos e interferências nos movimentos. Coletes táticos organizam acessórios e equilibram a carga. Conforto e liberdade de movimento têm impacto direto na performance em provas e treinos. Conclusão No tiro esportivo, cada detalhe importa e os acessórios não são opcionais: compõem a base de uma prática segura, eficaz e tecnicamente aprimorada.  Mais do que complementos, são ferramentas de evolução contínua e diferencial competitivo dentro do esporte. Aproveite a oportunidade e venha conhecer os produtos da loja IWS Brazil, de Goiânia (GO)!  Para saber mais sobre acessórios essenciais para a prática do tiro esportivo, acesse:  https://blog.invictus.com.br/equipamentos-para-clube-de-tiro-um-guia-completo/ https://tacticalplace.com.br/blogs/informacoes-relevantes/conheca-os-equipamentos-necesarios-para-a-pratica-de-tiro-esportivo Se você se interessou por esse conteúdo, confira também:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/manutencao_de_armas https://iwsbrazil.com.br/publicacao/armazenamento_de_armas

Maior feira de armas da América Latina tem edição comemorativa em São Paulo

30 JUN 2025

Entre os dias 2 e 5 de julho de 2025, o Distrito Anhembi, em São Paulo, será mais uma vez o cenário da Shot Fair Brasil, que nesta edição especial — intitulada “Celebration” — comemora cinco anos de existência consolidando-se como a maior feira de tiro esportivo, defesa, aventura e tecnologia tática da América Latina. O evento une tradição e inovação, oferecendo uma experiência completa para entusiastas, atletas, profissionais de segurança, colecionadores e famílias inteiras. Números grandiosos e estrutura robusta A Shot Fair 2025 promete quebrar recordes: mais de 40 mil visitantes são esperados, com 180 expositores e uma movimentação estimada de R$ 140 milhões em negócios. O espaço do evento terá 12 mil m² de área coberta, reunindo as principais marcas nacionais e internacionais dos setores de armamento, munição, airsoft, arquearia, veículos off-road, vestuário técnico, cutelaria, trailers e equipamentos de sobrevivência. O dia 2 será reservado exclusivamente para lojistas e profissionais do mercado, priorizando o ambiente corporativo. De 3 a 5 de julho, o público em geral poderá aproveitar todas as atrações com uma programação ampla e dinâmica. Vivência tática, adrenalina e aprendizado na prática Um dos diferenciais da Shot Fair é a possibilidade de o visitante interagir com o universo apresentado. Isso garante uma experiência sensorial que transforma o evento em algo muito além da exposição. A edição 2025 contará com atividades práticas como uma parede de escalada de sete metros, pista de airsoft, circuito de facas, arquearia profissional e o consagrado espaço de Bushcraft, onde serão demonstradas técnicas de sobrevivência em ambientes hostis.  Foco em inovação, com destaque para a inteligência artificial A programação inclui uma série de conteúdos dedicados ao impacto da inteligência artificial e das tecnologias digitais no setor. Temas como sistemas de simulação, armamentos inteligentes, softwares de análise de desempenho e plataformas de treino virtual serão discutidos por especialistas do Brasil e do exterior, mostrando como a tecnologia está moldando o futuro do preparo tático e esportivo. Palestras com grandes nomes nacionais e internacionais Na Arena Mahrte Shot Fair Brasil, os visitantes terão acesso a um circuito de palestras com nomes de peso. Estão confirmados Stephen Halbrook, jurista norte-americano com vasta produção sobre o direito à posse de armas, e John Lott Jr., autor e pesquisador sobre o impacto das armas na segurança pública. O Brasil estará representado por vozes respeitadas como Bene Barbosa, Comandante Uirá Ferreira, Luciano Lara, Silvio Aguiar, Richard Rasmussen, Celso Cavallini e a dupla Caritá e Gonzaga, abordando temas como legislação, sobrevivência urbana, combate, táticas de defesa e políticas públicas. O tiro esportivo como ferramenta de superação e excelência A presença dos atletas Felipe Wu, Alexandre Galgani e Silvio Aguiar reforça o vínculo da Shot Fair com o esporte de precisão e alto rendimento. Suas histórias olímpicas e paralímpicas mostram como o tiro pode ser um caminho de disciplina, foco e conquista, servindo de inspiração tanto para praticantes quanto para o público em geral. Ambiente seguro, acessível e acolhedor A organização do evento investiu em infraestrutura moderna, com praça de alimentação, áreas de descanso, acessibilidade, suporte técnico e segurança reforçada. Seja para quem busca informação, lazer ou atualização profissional, a Shot Fair 2025 oferece uma experiência acolhedora, instrutiva e inesquecível. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), destaca que, mais que uma feira, a Shot Fair Brasil 2025 é uma celebração de tudo que envolve liberdade, precisão, responsabilidade e conexão com o presente e o futuro. SERVIÇO Data: 2 a 5 de julho de 2025 Local: Distrito Anhembi – São Paulo – SP Dia 2/7 (exclusivo para lojistas): 10h às 20h Dias 3 a 5/7 (aberto ao público): 13h às 20h (sábado das 10h às 18h) Para saber mais sobre a Shot Fair 2025, acesse:  https://shotfairbrasil.com.br/

Saiba como a Portaria nº 260 impacta atiradores e colecionadores no Brasil

13 JUN 2025

Publicada em 10 de junho de 2025, a Portaria nº 260 COLOG/C Ex trouxe uma série de alterações nas normas que regem as atividades de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs), atualizando a Portaria nº 166/2023 em consonância com o Decreto nº 12.345/2024.  A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que, embora ainda inserida em um ambiente regulatório marcado por políticas restritivas, a nova portaria apresenta avanços pontuais que afetam diretamente o cotidiano dos praticantes do tiro esportivo, da caça legal e do colecionismo de armas no Brasil. Colecionismo destravado Uma das principais novidades é a redefinição das armas consideradas colecionáveis: agora, qualquer equipamento cuja tecnologia do primeiro lote tenha sido fabricada há 40 anos ou mais pode ser incluído em acervo. Isso amplia consideravelmente o universo de armas admitidas, incluindo pistolas modernas como as Glocks e revólveres com tecnologia antiga, mas ainda em produção. A medida é reforçada com a criação de um banco de dados de armas colecionáveis mantido pela DFPC, o que deve padronizar e agilizar a análise dos pedidos. Atirador de alto rendimento: nova categoria regulamentada Formalizada pela portaria, a categoria de atirador de alto rendimento passa a contar com benefícios como validade ampliada das GTEs para 12 meses, aquisição de até 14 kg de pólvora por ano e limite 20% maior de munições em relação ao nível 3. Para comprovação de habitualidade, esses atletas podem utilizar uma arma representativa de cada tipo, seja de uso permitido ou restrito, em vez de comprovar por calibre. A norma também autoriza que esses atiradores menores de 25 anos usem armas de terceiros, mediante GTE emitida em nome de responsáveis com CR válido. Mudanças nas Guias de Tráfego (GTE) A Portaria 260 também traz flexibilizações importantes no tocante às Guias de Tráfego. Quando o sistema SisGCorp estiver fora do ar, passa a ser possível emitir GTE manualmente, com autorização da DFPC. Outra medida relevante é a extensão da validade da GTE para competições no exterior, que passou de um para três meses. Além disso, a expedição de GTE para armas de pressão apostiladas no CR, com calibre igual ou inferior a 6,35 mm, torna-se opcional. Transferências e burocracia reduzida Houve simplificação nas transferências de armas entre acervos de um mesmo titular (coleção, tiro e caça), exigindo apenas documento de identidade, DSA e pagamento da taxa. Para acervos de coleção, o processo segue mais complexo, exigindo a tramitação via Anexo S e análise da DFPC. Além disso, os proprietários de armas restritas podem, até 31 de dezembro de 2025, alterar a destinação do equipamento para colecionismo, desde que cumpram os requisitos legais. Regras para clubes de tiro e fiscalização Apesar dos avanços, a portaria mantém restrições para clubes de tiro próximos a escolas, além de reforçar a exigência de relatórios mensais eletrônicos enviados ao SFPC, com informações de acervo, atiradores e atividades. A armazenagem de armas em entidades de tiro deve seguir padrão mínimo de segurança, incluindo cofre em sala de alvenaria com controle de acesso, e a certificação de segurança poderá ser feita por empresa especializada ou engenheiro habilitado. Outros pontos relevantes A habitualidade passa a ser exigida por tipo de arma, e não por calibre, considerando seis categorias distintas entre uso permitido e restrito. Para atiradores maiores de 25 anos que ainda não possuam arma, será possível cumprir habitualidade com armamento cedido por entidade ou por outro desportista. Já as confederações e ligas devem publicar até dezembro o calendário nacional de competições e o ranking de atletas, com os respectivos armamentos utilizados, para garantir transparência e padronização. Para saber mais sobre a Portaria nº 260 COLOG/C Ex, acesse:  https://legalmentearmado.com.br/blog/portaria-260-2025-colog-c-ex

Arma limpa, arma segura: um guia essencial de conservação

11 JUN 2025

Toda arma de fogo, independentemente da marca, calibre ou frequência de uso, exige cuidados constantes para continuar operando de forma segura e eficiente. Ignorar a necessidade de manutenção pode comprometer o funcionamento, a precisão e até colocar a vida do usuário em risco. Com o tempo, resíduos acumulados, umidade do ambiente e pequenos desgastes internos geram falhas que só podem ser evitadas com uma rotina de inspeção e limpeza adequada. Por que manter a arma sempre em boas condições O disparo de uma arma não apenas projeta o tiro — ele também deixa para trás fuligem, fragmentos metálicos e partículas de pólvora. Esses resíduos se acumulam, principalmente no cano e em peças móveis, interferindo no funcionamento do armamento. Mesmo que a arma esteja guardada, a exposição à umidade pode causar corrosão silenciosa, prejudicando componentes essenciais. Ou seja, cuidar da arma é necessário não apenas após o uso, mas também durante períodos prolongados de armazenamento. Limpeza correta: por onde começar Antes de tudo, é obrigatório seguir o protocolo de segurança: arma descarregada, carregador removido e câmara aberta e inspecionada. Só então deve-se iniciar a limpeza, preferencialmente com base nas instruções do manual do fabricante. Muitas armas permitem desmontagem parcial, o que já é suficiente para a limpeza rotineira. Evite desmontagens completas se não tiver qualificação técnica, pois isso pode comprometer o sistema da arma. A higienização começa pelo cano. Escovas compatíveis com o calibre, hastes de limpeza e solventes específicos são ferramentas essenciais. Panos de microfibra e flanelas retiram os resíduos dissolvidos, enquanto a lubrificação leve nas partes móveis assegura fluidez no mecanismo. O excesso de óleo, porém, deve ser evitado, pois atrai sujeira e pode gerar mau funcionamento. Conservação preventiva: cuidados invisíveis fazem diferença Manter a arma em ambiente seco e ventilado é uma das formas mais eficazes de prevenção contra ferrugem. Dentro de cofres, o uso de sílica, dessecantes ou desumidificadores complementa a proteção. Evite tocar nas superfícies metálicas com as mãos suadas ou oleosas, pois isso acelera o aparecimento de manchas de oxidação. Sempre que possível, utilize luvas durante a manutenção. Quando limpar? Mais do que frequência, importa a regularidade Armas utilizadas com frequência devem ser limpas após cada sessão de tiro. Já aquelas que permanecem guardadas devem passar por revisões a cada dois ou três meses — especialmente em regiões de clima úmido ou próximas ao mar. Em períodos de maior umidade, esse intervalo deve ser reduzido para evitar deterioração silenciosa. A manutenção, no entanto, não é apenas uma tarefa técnica. Também é um momento de inspeção detalhada, permitindo ao proprietário identificar desgastes, trincas ou anormalidades que podem evoluir para falhas perigosas. Prevenir é sempre melhor — e mais barato — do que remediar. Conclusão A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reafirma que cuidar de uma arma de fogo é mais do que um dever técnico: é uma demonstração de zelo, disciplina e respeito pelas boas práticas do tiro. A manutenção periódica garante não apenas longevidade ao armamento, mas também confiança ao usuário — seja ele um esportista, um profissional da segurança ou um colecionador responsável. Para saber mais sobre manutenção e limpeza adequada de armas, acesse:  https://infoarmas.com.br/boas-praticas-na-manutencao-da-arma-de-fogo/ https://wtm.inf.br/armas-de-fogo/como-voce-cuida-da-sua-arma/ Se você se interessou sobre esse conteúdo, saiba mais em:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/armazenamento_de_armas

Armazenamento de armas: regras legais e boas práticas essenciais

09 JUN 2025

A guarda de armas de fogo vai além da posse consciente: é um compromisso com a segurança pessoal e coletiva. No Brasil, as exigências legais sobre armazenamento têm o objetivo de evitar acidentes, furtos e o uso indevido dos armamentos. A responsabilidade recai sobre o proprietário, que deve garantir que sua arma esteja fora do alcance de pessoas não autorizadas e protegida contra riscos diversos. Por que a guarda adequada é essencial? Armas mal armazenadas representam perigo latente. O descuido na guarda é uma das principais causas de acidentes domésticos envolvendo crianças e adolescentes. Além disso, imóveis que não seguem boas práticas de segurança tornam-se vulneráveis à ação criminosa, facilitando o desvio de armas para atividades ilícitas. Problemas técnicos também são comuns: a umidade e a má conservação comprometem o funcionamento dos mecanismos internos da arma, encurtando sua vida útil e aumentando o risco de falhas. A legislação brasileira reforça essa necessidade. A Portaria nº 166/2023 do Exército estabelece a obrigatoriedade de armazenamento seguro para todos os CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores), detalhando medidas mínimas para o correto acondicionamento das armas de fogo, munições e acessórios. Como armazenar armas de forma segura? Escolha um local adequado O espaço para armazenamento deve ser discreto, protegido da umidade e com acesso restrito. Locais visíveis ou de fácil acesso, como armários comuns, não são aceitáveis. Prefira ambientes de baixa circulação, como salas de segurança ou cômodos específicos. Utilize cofres apropriados O uso de cofres metálicos reforçados é obrigatório. Modelos de qualidade são fabricados em aço espesso, equipados com travas resistentes e, idealmente, fixados na estrutura da casa. Existem cofres com sistemas de chave, senha ou biometria, que oferecem alto nível de proteção. O objetivo é dificultar o acesso não autorizado e resistir a tentativas de arrombamento. Munições devem ser guardadas separadamente Nunca mantenha armas carregadas armazenadas em residências. A legislação orienta que armas e munições fiquem em compartimentos distintos, ambos trancados. Essa separação reduz drasticamente o risco de disparos acidentais ou de uso impróprio por terceiros. Aposte em dispositivos complementares de segurança Além do cofre, é recomendável investir em acessórios como: Travas de gatilho, que bloqueiam o disparo. Cases rígidos, para transporte seguro. Sistemas de alarme e monitoramento, que aumentam a proteção do ambiente de guarda. Essas medidas agregam camadas extras de segurança, tornando o armazenamento mais confiável. O que exige a legislação brasileira? O armazenamento de armas de fogo no Brasil segue regras claras: As armas devem estar desmuniciadas e guardadas em cofres metálicos, fixados em alvenaria. O local precisa ter trancas de alta resistência. É proibido deixar armas carregadas ou prontas para uso imediato. O descumprimento dessas exigências pode levar à cassação do Certificado de Registro (CR) e outras penalidades previstas no Estatuto do Desarmamento. A legislação trata o armazenamento seguro como um dos pilares para a concessão e manutenção do direito à posse e ao acervo de armas. Conclusão A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reforça que a guarda adequada de armas é uma atitude que vai além da obrigação legal: representa respeito à segurança e à vida. Com os equipamentos certos e atenção às normas vigentes, é possível proteger seu patrimônio, garantir tranquilidade no ambiente doméstico e contribuir para a segurança pública. Manter armas de fogo sob controle, bem armazenadas e longe de acessos indevidos é, antes de tudo, um compromisso com a responsabilidade e com o exercício consciente do direito à posse. Para saber mais sobre guarda e armazenamento seguro de armas, acesse:  https://legalmentearmado.com.br/blog/como-guardar-as-armas-de-maneira-segura-em-casa https://www.casadocofre.com/6-dicas-para-guardar-seu-armamento-de-forma-adequada-e-segura/ Se você se interessou por esse assunto, saiba mais em:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/posse_de_arma

Caça no Brasil: controle de espécies e subsistência com regras rígidas

06 JUN 2025

A prática da caça no Brasil é um tema complexo, que envolve múltiplas camadas de regulamentação e debate. Embora a caça esportiva e comercial continue proibida, há permissões específicas para modalidades que atendem a finalidades de interesse público, como o controle de espécies invasoras e a subsistência de comunidades rurais. Essas atividades seguem critérios rigorosos e são supervisionadas por órgãos ambientais e militares. Estrutura legal e limites da prática A legislação brasileira autoriza apenas dois tipos de caça: a excepcional e a de subsistência. A primeira é destinada ao controle de espécies exóticas que representam ameaça ao equilíbrio ambiental ou à produção agropecuária; a segunda, restrita a pessoas que dependem da caça para sua alimentação e vivem em áreas rurais. Ambas as práticas estão reguladas por normas técnicas e legais, principalmente pelo Decreto nº 11.615/2023, e demandam autorizações formais emitidas por instituições como o Ibama e o Exército Brasileiro. Controle de espécies invasoras: o caso do javali O javali-europeu (Sus scrofa) é hoje o principal alvo da caça excepcional no Brasil. A espécie, introduzida de forma não controlada, tornou-se um grande problema ambiental e sanitário. O animal destrói lavouras, ameaça espécies nativas e representa risco de transmissão de doenças para criações domésticas. Para realizar a caça do javali, o interessado deve cumprir uma série de exigências: Obter autorização do Ibama; Ter permissão expressa do dono da propriedade, registrada em cartório; Possuir cadastro como caçador no Exército; Atuar apenas dentro das áreas autorizadas; Utilizar no máximo seis armas (duas de uso restrito) e respeitar o limite de 500 munições por arma por ano. Em 2023, o Ibama suspendeu temporariamente novas autorizações, o que provocou prejuízos significativos a produtores rurais. A caça de subsistência e suas condições A modalidade de subsistência permanece restrita a pessoas com mais de 25 anos que residam em regiões rurais e que dependam da caça como fonte alimentar. Esse tipo de caça só é permitido com armas de tiro simples, de alma lisa e calibre igual ou inferior ao 16. Além disso, os solicitantes não podem ter antecedentes criminais e devem comprovar residência em zona rural. O uso da arma fora do contexto autorizado é considerado ilegal, sujeito a sanções previstas pelo Estatuto do Desarmamento. Novas regras e fiscalização mais rígida A retomada da autorização para controle do javali, em 2023, veio acompanhada de mudanças importantes: agora, o uso de cães para caça exige vacinação atualizada e atestado veterinário, e a validade do registro de caçador foi reduzida de dez para três anos. Essas alterações visam garantir mais controle e segurança, tanto para o meio ambiente quanto para os praticantes. Caça legal e conservação ambiental: um equilíbrio delicado Embora a proibição geral da caça proteja a biodiversidade brasileira, os casos excepcionais de autorização representam uma resposta a problemas reais que afetam o campo e os ecossistemas. O manejo populacional de espécies invasoras, como o javali, é essencial para evitar impactos ecológicos e econômicos graves. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), ressalta que o monitoramento constante e a revisão das políticas públicas são fundamentais para que a caça legalizada continue sendo uma ferramenta eficaz e responsável. Conciliar a preservação ambiental com as necessidades do campo é o principal desafio do modelo brasileiro de regulação da caça. Para saber mais sobre caça no Brasil, acesse: https://advambiental.com.br/artigo/caca-e-manejo-de-javali-javaporco/ https://legalmentearmado.com.br/blog/principais-duvidas-sobre-a-caca-de-javali

RP63 e RM64: revólveres Rossi comemoram 135 anos de tradição

04 JUN 2025

A história da Rossi, iniciada em 1889 na Serra Gaúcha, atravessa gerações no cenário armamentista brasileiro. De uma pequena oficina metalúrgica, a marca evoluiu para se tornar sinônimo de excelência, conquistando espaço no Brasil e no exterior. Para marcar seus 135 anos de trajetória, a Rossi — em parceria com a Taurus, sua licenciada desde 2008 — apresenta dois modelos comemorativos que unem tradição, sofisticação e avanços tecnológicos: os revólveres RP63 e RM64. Duas versões, uma mesma essência de qualidade Os modelos RP63 e RM64 foram cuidadosamente desenvolvidos com base no legado histórico da Rossi, incorporando as tecnologias modernas aplicadas pela Taurus. Ambos são fabricados no consagrado calibre .38 SPL e funcionam em sistema de dupla ação (SA/DA), oferecendo segurança, fluidez operacional e alto desempenho nos disparos. Com percutor embutido no cão, os dois modelos reforçam a durabilidade e a resistência do mecanismo, mesmo em uso intensivo. RP63: compacto, refinado e clássico O RP63 traz um visual clássico, ideal para quem busca elegância e praticidade no uso. Sua estrutura em aço inoxidável recebe acabamento acetinado semi-brilhante, protegendo contra corrosão e dando ao revólver um toque de sofisticação discreta. O cano de três polegadas oferece o equilíbrio ideal entre portabilidade e precisão, tornando o modelo excelente tanto para o uso esportivo quanto defensivo. A empunhadura em madeira proporciona conforto e estética vintage, enquanto as miras, com frontal intercambiável e traseira fixa, garantem excelente visada para o atirador. RM64: robustez com design moderno O RM64 destaca-se por sua proposta robusta e visual arrojado. Sua construção em aço carbono recebe o acabamento Cerakote na cor Tungstênia, proporcionando resistência superior ao desgaste, mesmo sob uso contínuo. Com cano de quatro polegadas, o modelo privilegia tiros de maior precisão em distâncias mais extensas. A alça de mira regulável permite ajustes finos, adaptando-se a diferentes situações de uso, tanto em treino quanto em competições. O toque especial da edição comemorativa aparece na gravação “Rossi - 135 anos” no cano, enquanto o RP63 carrega o selo alusivo à celebração gravado na armação. Série limitada para colecionadores e entusiastas Por serem fabricados em tiragem limitada, tanto o RP63 quanto o RM64 tornaram-se rapidamente peças desejadas por colecionadores e apaixonados por armamento. Cada unidade acompanha uma maleta de polímero personalizada, agregando ainda mais valor ao conjunto e oferecendo segurança no armazenamento e transporte. A trajetória da Rossi sob a gestão da Taurus Desde a década de 1990, a Rossi e a Taurus estreitaram sua parceria, resultando na produção das armas curtas da marca. A partir de 2008, a Taurus também assumiu a fabricação das armas longas Rossi, como as emblemáticas carabinas Puma. Atualmente, enquanto a Taurus mantém a linha de revólveres sob a marca Rossi, a empresa original concentra-se na produção de armas de pressão e airsoft, ampliando sua atuação no segmento esportivo. Mais que um lançamento: um marco histórico A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que os modelos RP63 e RM64 representam não apenas um tributo aos 135 anos da Rossi, mas um símbolo da continuidade de uma tradição armamentista brasileira respeitada mundialmente. Reunindo tecnologia moderna, refinamento estético e o DNA histórico da marca, essas edições especiais reafirmam o compromisso com qualidade, segurança e evolução constante. Para saber mais sobre os revólveres Rossi RP63 e RM64, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/135-anos-da-rossi-taurus-lanca-revolveres-comemorativos-da-empresa/ https://www.defesaemfoco.com.br/taurus-lanca-edicao-especial-limitada-de-revolveres-em-homenagem-aos-135-anos-da-rossi/ Se você se interessou sobre esse assunto, saiba mais em:  https://iwsbrazil.com.br/publicacao/calibre_38_tpc

Entenda a regulamentação de armas restritas para profissionais de segurança

02 JUN 2025

Desde 2 de dezembro de 2024, com a publicação da Portaria Conjunta COLOG/C EX E DPA/PF nº 1/2024, a legislação brasileira passou a adotar um novo marco regulatório para aquisição de armamento restrito por profissionais de segurança pública. Fruto de uma cooperação entre o Exército Brasileiro e a Polícia Federal, a medida busca unificar procedimentos, ampliar a transparência e garantir maior segurança jurídica aos servidores autorizados. Quem está autorizado a adquirir armas restritas A norma abrange um conjunto variado de agentes públicos, incluindo membros da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional, polícias civis, policiais penais federais e estaduais, além de peritos criminais. Esses profissionais agora podem adquirir até duas armas de uso restrito, como fuzis semiautomáticos e carabinas de alma raiada, com energia cinética máxima de 1.750 joules. O acesso, no entanto, continua sujeito a requisitos rigorosos. Procedimentos e limites estabelecidos Para efetuar a compra, o profissional deve obter uma autorização prévia com validade de 180 dias. A aquisição só pode ser realizada por meio de empresas devidamente credenciadas junto aos órgãos reguladores. Além disso, a nova portaria fixa o limite anual de 600 munições por arma e permite a aquisição de acessórios e peças classificados como Produtos Controlados pelo Exército (PCE), desde que devidamente registrados no Sinarm. Previsão para agentes aposentados Uma inovação importante está relacionada aos servidores aposentados. Aqueles que já tenham adquirido armamentos durante o período de atividade poderão continuar com a posse desses equipamentos. Essa medida reconhece o risco potencial que permanece mesmo após a aposentadoria, especialmente para agentes que atuaram diretamente no enfrentamento ao crime organizado. Inclusão dos Guardas Civis Metropolitanos e servidores de alto escalão Os Guardas Civis Metropolitanos (GCMs) também foram incluídos, com autorização condicionada à assinatura de Acordos de Cooperação Técnica ou Termos de Adesão entre as instituições municipais e a Polícia Federal. A norma ainda contempla servidores do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), do Ministério Público e das polícias legislativas da Câmara e do Senado, todos obrigados a comprovar capacidade técnica e psicológica. Migração entre os sistemas Sigma e Sinarm Outro ponto relevante trata da obrigatoriedade de migração de registros de armas entre o Sigma (Exército) e o Sinarm (Polícia Federal).  Agentes que adquiriram armas na condição de CAC (Colecionador, Atirador ou Caçador) e que ingressaram em carreiras de segurança pública têm até 180 dias para regularizar o armamento, vinculando-o à sua atividade funcional. Controle rigoroso com foco na eficiência e segurança A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), aponta que a adoção dessas novas regras representa um avanço na governança sobre o armamento institucional. Ao estabelecer critérios objetivos e um sistema de controle mais robusto, o governo busca garantir o equilíbrio entre a eficiência operacional das forças de segurança e a necessidade de rastreamento e controle de armamento nas mãos de agentes públicos. Trata-se de um ajuste essencial para assegurar uma política de armamento mais técnica, segura e alinhada à responsabilidade exigida pela atuação desses profissionais. Para saber mais sobre a Portaria Conjunta COLOG/C EX E DPA/PF nº 1/2024, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/policial/portaria-de-armas-dos-policiais-e-publicada-fuzil-esta-permitido/ https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2024/12/02/portaria-estabelece-novas-regras-para-aquisicao-de-armas-por-servidores-publicos.htm

Armas de uso restrito no Brasil: potência sob controle

30 MAI 2025

No contexto das políticas armamentistas brasileiras, as armas de uso restrito representam a linha mais sensível entre poder de fogo e controle estatal, sendo destinadas a situações que demandam elevada precisão, potência e responsabilidade técnica. Sua posse e utilização são reguladas por normas específicas que buscam garantir que apenas profissionais e civis qualificados possam acessá-las, e sempre dentro de finalidades legalmente previstas. Esse tipo de armamento, que inclui fuzis, pistolas de calibres elevados, espingardas semiautomáticas e até armas de pressão com alta energia, é classificado com base em critérios técnicos como energia cinética, tipo de funcionamento e características construtivas. A legislação em vigor, especialmente o Decreto nº 11.615/2023 e a Portaria Conjunta C EX/DG-PF nº 2/2023, estabelece que armas com maior poder destrutivo sejam controladas de maneira mais rigorosa. Esse enquadramento considera parâmetros como o calibre, a energia desenvolvida pelo projétil e a capacidade de disparos sucessivos. Armas automáticas, por exemplo, que disparam várias vezes com um único acionamento do gatilho, são restritas mesmo em calibres considerados menores, devido ao seu uso eminentemente militar ou tático. Já as armas semiautomáticas podem ser enquadradas como restritas dependendo da energia produzida ou do tipo de munição utilizada. Para pistolas e revólveres, o marco legal define como limite de uso permitido a energia de até 407 joules; acima disso, o armamento passa a ser considerado restrito. É o caso de pistolas 9 mm, .40 S&W e .357 Magnum, que, embora populares, demandam autorizações específicas e um perfil técnico mais avançado por parte do usuário. O mesmo vale para armas longas de alma raiada, como os rifles calibre .308 Winchester e .223 Remington, com energia superior a 1.620 joules, normalmente usados em tiro esportivo de alto nível ou por profissionais especializados. As espingardas também seguem critérios técnicos rigorosos. Modelos semiautomáticos ou de calibre superior ao 12 GA são classificados como de uso restrito, tanto pela sua capacidade de dispersão quanto pela quantidade de projéteis por disparo. Esses armamentos são frequentes em contextos operacionais policiais, defesa tática e até em algumas modalidades esportivas específicas. Armas de pressão com calibre acima de 6,35 mm e projetadas para uso não recreativo também entram nessa categoria, refletindo o cuidado com dispositivos que, embora acionados por ar comprimido, podem atingir níveis balísticos relevantes. O acesso às armas de uso restrito é rigidamente condicionado. Instituições como as Forças Armadas, polícias dederal e estaduais, guardas municipais sob determinadas condições, além de órgãos como o GSI, a Abin e o Ministério Público, estão entre os autorizados. Já no caso dos civis, apenas atiradores esportivos com Certificado de Registro e em níveis técnicos avançados, além de caçadores devidamente cadastrados, podem pleitear o uso desses armamentos. A progressão dos atiradores esportivos nos níveis 3 e 4 é essencial para a liberação, exigindo comprovação de participação em competições e cumprimento rigoroso das exigências legais. O controle estatal visa assegurar que o uso dessas armas seja restrito a finalidades legítimas, como o combate a espécies invasoras, atividades esportivas de precisão e missões de alto risco em segurança pública. A autorização passa ainda por etapas como avaliação psicológica, comprovação de capacidade técnica e registro no sistema de fiscalização do Exército. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), conclui que a posse e o manuseio de armas de uso restrito são marcados por critérios técnicos e jurídicos rigorosos, o que reforça seu caráter estratégico e a responsabilidade exigida de seus usuários. Ainda que restritas, essas armas desempenham papéis fundamentais em diversas frentes — seja na proteção do território nacional, no controle de ameaças ambientais ou na excelência do tiro esportivo competitivo. Para saber mais sobre armas de uso restrito, acesse:  https://legalmentearmado.com.br/blog/legislacao/calibres-permitidos-restritos

Habitualidade: entenda como a prática regular define sua evolução

28 MAI 2025

A prática regular no tiro esportivo não é apenas uma questão de desempenho ou paixão pela modalidade: constitui um pilar legal e técnico que define o progresso do atirador, o acesso ao acervo de armamentos e a credibilidade do esporte como atividade controlada. Dentro do cenário normativo brasileiro, a chamada "habitualidade" é uma exigência formal baseada em parâmetros definidos por decretos e portarias recentes. O que é a habitualidade? A habitualidade é o conceito que relaciona a frequência com que o atirador participa de treinos e competições com o nível de acesso que ele terá a armas e munições. Ela traduz o compromisso contínuo com o esporte e é utilizada pelo Estado para assegurar que apenas praticantes ativos possam expandir seu acervo. O marco legal está principalmente nos Decretos nº 11.615/2023, nº 12.345/2024 e na Portaria nº 166/2023 – COLOG/C Ex. Quatro níveis, quatro compromissos A regulamentação estabelece uma progressão em quatro níveis, de acordo com a participação anual em treinos e provas: Nível 1: mínimo de 8 atividades por grupo de armas, com direito a até 4 armas de uso permitido. Nível 2: exige 12 treinos e 4 competições, permitindo até 8 armas. Nível 3: 20 treinos e 6 competições, com até 16 armas no acervo, inclusive 4 de uso restrito. Nível 4 (Alto Rendimento): presença obrigatória em todas as provas do calendário oficial e bom desempenho em rankings. Libera até 8 armas de uso restrito. Quanto mais alto o nível, maior o acesso permitido ao acervo, representando o reconhecimento do envolvimento técnico e esportivo do praticante. Como comprovar sua habitualidade Para efeito legal, não basta apenas praticar: é preciso comprovar. Essa comprovação se dá por meio de dois principais documentos: Livro de frequência do clube de tiro onde o atirador está registrado. Declaração formal de habitualidade, emitida conforme o modelo oficial. Somente atividades realizadas em entidades com Certificado de Registro (CR) junto ao Exército Brasileiro são consideradas válidas para fins de habitualidade. A prática por grupo de armas A nova legislação agrupa as armas em categorias distintas. A habitualidade deve ser mantida separadamente para cada grupo: Armas curtas de calibre permitido (.380 ACP, .38 SPL) Carabinas de repetição (.357 Magnum, por exemplo) Espingardas de alma lisa até calibre 12 (Miura, por exemplo) Armas curtas de calibre restrito (9mm, .40 S&W) Armas longas raiadas de uso restrito (.308, T4) Espingardas semiautomáticas ou acima de 12 GA Essa segmentação visa garantir uma evolução técnica coerente e um controle mais eficiente sobre o tipo de armamento praticado. Estratégias para manter a regularidade Para manter a habitualidade atualizada, algumas atitudes fazem a diferença: Registre cuidadosamente cada participação com data, local e organizador. Escolha eventos que atendam às exigências do grupo de armas em que deseja progredir. Mantenha comunicação ativa com o clube de tiro e esteja atento às normas. Revise periodicamente as atualizações legais e adequações que possam surgir. Manter a habitualidade não é apenas cumprir uma regra: é demonstrar responsabilidade, compromisso e respeito pelo esporte. Conclusão A habitualidade representa o elo entre a prática esportiva responsável e o direito ao acesso ampliado a armamentos. É ela que legitima o crescimento técnico do atirador dentro da lei e dá sustentação à segurança que o tiro esportivo exige. Ao cultivar a regularidade, o atirador fortalece não só sua trajetória pessoal, mas também a imagem positiva do esporte perante a sociedade e as autoridades. Para saber mais sobre habitualidade do atirador esportivo, acesse:  https://legalmentearmado.com.br/blog/progressao-de-nivel-do-atirador

.38 TPC: uma resposta nacional às novas exigências legais

26 MAI 2025

Com a restrição ao uso civil do calibre 9mm no Brasil, o mercado de armas se viu diante de um novo desafio regulatório. Como alternativa estratégica, a indústria armamentista brasileira desenvolveu o .38 TPC, um calibre moderno, eficiente e dentro dos limites legais, idealizado pela parceria entre Taurus e CBC. A proposta não era apenas substituir o 9mm, mas criar uma munição que equilibrasse desempenho, controle e legalidade. Potência controlada, desempenho superior Com até 400 joules de energia, o .38 TPC entrega mais impacto do que o tradicional .380 ACP, sem exceder os limites para civis. Isso garante maior poder de parada sem entrar na categoria de uso restrito. Ao mesmo tempo, seu recuo é mais suave que o do 9mm, facilitando o controle da arma e a recuperação entre disparos — algo essencial tanto em situações de defesa pessoal quanto em modalidades esportivas que exigem agilidade e precisão. Versatilidade em diferentes contextos Para situações reais de autodefesa, a CBC lançou uma versão específica: a .38 TPC Gold Hex, com projétil expansivo. Essa munição foi projetada para evitar a transfixação e ampliar o efeito de parada, priorizando segurança e eficiência a curta distância. Testes balísticos rigorosos comprovaram sua penetração ideal, reforçando sua posição como uma das melhores munições para defesa pessoal no mercado atual. Modelos compatíveis com o novo calibre A adoção do .38 TPC não exige grandes mudanças de configuração. Armas como a Taurus G2C T.O.R.O. e a GX4 Carry Graphene T.O.R.O. já estão adaptadas a esse novo calibre. Esses modelos mantêm a mesma capacidade de carregadores da versão 9mm, mas com ergonomia superior e menor agressividade no recuo. Além disso, incluem travas de segurança e são compatíveis com miras ópticas, o que favorece o uso tanto em contextos táticos quanto esportivos, como no IPSC. Custo-benefício e produção nacional Outro atrativo do .38 TPC é sua viabilidade econômica. Por ser produzido inteiramente no Brasil, elimina os custos de importação, o que se reflete em um preço mais acessível. O calibre representa um avanço significativo ao oferecer uma munição de alta performance com valor competitivo e respeitando integralmente a legislação brasileira. As munições estão amplamente disponíveis em lojas especializadas, e sua aquisição segue os trâmites padrão junto à Polícia Federal. Uma inovação a serviço do atirador civil Com o .38 TPC, o Brasil dá um passo importante rumo à autonomia e inovação no setor armamentista. A nova munição atende às necessidades do público civil com responsabilidade, mantendo alto desempenho em cenários variados. Sua criação demonstra a capacidade da indústria nacional de reagir rapidamente às mudanças legais, oferecendo soluções práticas e de qualidade, tanto para o tiro esportivo quanto para a proteção pessoal. Para saber mais sobre o calibre .38 TPC, acesse:  https://taurusarmas.com.br/pt/noticia/brasil-tem-calibre-inedito-para-atender-a-nova-legislacao-de-armas-e-municoes https://revistacultivar.com.br/noticias/taurus-e-cbc-lancam-calibre-38-tpc-para-o-mercado-brasileiro

Porte de arma no Brasil: direito restrito com exigências rigorosas

23 MAI 2025

No Brasil, o porte de arma de fogo é uma autorização individual que permite o transporte da arma fora de casa ou do local de trabalho, desde que de forma discreta e conforme as exigências legais. Essa permissão não se confunde com a posse, que se refere apenas ao direito de manter a arma em ambiente privado, como residência ou empresa. Por envolver riscos significativos à segurança pública, o porte é regulado de forma rígida, sendo concedido apenas a pessoas que comprovem necessidade concreta. A obtenção do porte depende da apresentação de justificativas que demonstrem risco real à integridade física do requerente. Casos típicos envolvem profissionais que exercem atividades de alto risco, como magistrados, membros do Ministério Público, políticos, empresários, jornalistas investigativos ou moradores de zonas rurais isoladas. Em situações muito específicas, caçadores de subsistência também podem pleitear a autorização, desde que estejam amparados pela legislação vigente. Para solicitar o porte, a loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), informa que é obrigatório ter o registro da arma válido no Sinarm (Sistema Nacional de Armas), controlado pela Polícia Federal. Já as armas vinculadas ao Sigma, sistema do Exército, não se enquadram nesse tipo de autorização para civis comuns. O porte expedido pela Polícia Federal tem validade de cinco anos, podendo estabelecer restrições quanto ao local de uso, como em nível estadual ou federal. Esse documento é pessoal, intransferível, revogável a qualquer momento e vale exclusivamente para a arma indicada. A legislação brasileira estabelece que o porte deve ser solicitado junto à Polícia Federal, com o pagamento de taxa no valor de R$ 1.466,68, conforme determina a Lei nº 10.826/2003. Além disso, o candidato precisa comprovar capacidade técnica e aptidão psicológica por meio de cursos de tiro e laudos emitidos por profissionais credenciados. É importante destacar que não existe renovação automática: ao final do prazo de validade, todo o processo deve ser reiniciado. Portar uma arma de forma irregular configura crime, previsto no artigo 14 do Estatuto do Desarmamento, com pena de dois a quatro anos de reclusão e multa. Isso inclui portar, transportar ou guardar armas sem a devida autorização, ainda que o armamento seja de uso permitido. O Decreto nº 11.615/2023 reforça que o porte é uma exceção, não uma regra, sendo uma prerrogativa que pode ser suspensa ou anulada a qualquer tempo, inclusive por razões de interesse público. Embora polêmico, o porte de arma continua sendo uma possibilidade legal para cidadãos que atendam a todos os requisitos exigidos. O Estado busca, por meio da regulamentação, equilibrar o direito à defesa com a preservação da segurança coletiva. Assim, o acesso ao porte segue condicionado à análise criteriosa de cada caso, priorizando a aptidão e a real necessidade do solicitante. Para saber mais sobre porte de arma, acesse:  https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-porte-de-arma-de-fogo https://www.exametoxicologico.com.br/porte-posse-arma/ https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.826.htm

9mm e Taurus G2C: potência e controle na medida certa

21 MAI 2025

Com a restrição ao uso civil do calibre 9mm imposta pelo Decreto nº 11.615/2023, surgiu a necessidade de uma solução que unisse desempenho, legalidade e acessibilidade. Atendendo a essa demanda, a Taurus e a CBC desenvolveram o calibre .38 TPC, criado para preencher a lacuna deixada pelo 9mm no segmento civil. O novo calibre combina potência, controle e custo reduzido, consolidando-se como uma das opções mais promissoras do mercado nacional. Potência equilibrada com controle superior Com até 400 joules de energia, o .38 TPC supera o .380 ACP em impacto terminal, mantendo um recuo inferior ao 9mm. Essa combinação torna o disparo mais confortável, facilitando o controle da arma e a retomada de mira entre os tiros — um ponto essencial tanto para a defesa pessoal quanto para provas esportivas como o IPSC, em que velocidade e precisão andam juntas. Eficiência balística para uso defensivo A CBC desenvolveu também a versão Gold Hex expansiva do .38 TPC, pensada para garantir maior poder de parada e menor risco de transfixação. Testes balísticos rigorosos confirmaram sua eficiência em confrontos de curta distância, sendo uma munição ideal para situações de defesa em ambientes urbanos. Armas compatíveis com o novo calibre Entre as pistolas que já aceitam o .38 TPC estão modelos como: Taurus G2C T.O.R.O. Taurus GX4 Carry Graphene T.O.R.O. Essas pistolas mantêm o mesmo padrão de capacidade de munição das versões em 9mm e oferecem recursos modernos como trilho óptico, sistema de segurança aprimorado e ergonomia refinada. São armas que equilibram confiabilidade, estabilidade e versatilidade para diferentes perfis de atiradores. Produção nacional e custo-benefício Por ser totalmente fabricado no Brasil, o .38 TPC evita os custos de importação que impactam outros calibres populares. A munição já está disponível e sua aquisição segue os trâmites tradicionais por meio da Polícia Federal, sem exigências adicionais para quem já está apto a adquirir calibres permitidos. Uma solução inteligente para civis e esportistas A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reforça que o .38 TPC representa uma alternativa moderna, segura e legal ao 9mm, especialmente para civis que buscam desempenho elevado sem abrir mão da conformidade com a legislação. Esse lançamento fortalece a indústria armamentista nacional e amplia as opções disponíveis para o público, seja no uso esportivo ou defensivo. Para saber mais sobre o calibre 9mm, acesse:  https://frentebrasilpopular.org.br/calibres-em-confronto-9mm-versus-pistola-40

Posse de arma: entenda regras, limites e punições pela lei brasileira

19 MAI 2025

No Brasil, a posse de arma de fogo é um direito previsto em lei, mas concedido de forma controlada e seletiva. Diferente do porte, que autoriza o transporte da arma em locais públicos, a posse permite que o cidadão mantenha o armamento exclusivamente dentro da residência ou no local de trabalho sob sua responsabilidade. Qualquer utilização fora desses espaços caracteriza crime, salvo se houver autorização específica de porte. Legislação e endurecimento das regras A base legal da posse de arma está no Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003), reforçado por medidas recentes como o Decreto nº 11.615/2023. Essa nova regulamentação trouxe critérios mais exigentes, principalmente no que diz respeito à comprovação de necessidade. Cidadãos interessados devem demonstrar que possuem motivos reais e legítimos para manter uma arma em casa, como morar em áreas com alta criminalidade, atuar em profissões de risco ou proteger propriedades rurais e bens de valor. A justificativa apresentada é analisada caso a caso pela Polícia Federal, que decide se a solicitação será aprovada. Quem pode obter a posse Para solicitar a posse, o cidadão precisa atender a diversos critérios: ter no mínimo 25 anos de idade, apresentar certidões negativas nas esferas federal, estadual, militar e eleitoral, comprovar residência fixa e ocupação lícita, e ser aprovado em exames psicológicos e de manuseio de arma de fogo. A avaliação deve ser feita com profissionais e instrutores credenciados pela Polícia Federal. Se todos os requisitos forem cumpridos, o solicitante recebe o Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF), com validade de cinco anos e taxa de emissão no valor de R$ 88,00 para civis. Limitações legais e controle de armamento Com o objetivo de reduzir o volume de armas em circulação, o Decreto nº 11.615/2023 fixou novas restrições: cada cidadão pode possuir no máximo duas armas de uso permitido, com limite anual de 50 munições por arma. A redução do teto anterior visa garantir maior controle e dificultar desvios de finalidade. É essencial que o proprietário mantenha a documentação atualizada e siga todas as normas estabelecidas. Penalidades por posse irregular Manter uma arma sem registro válido ou em desacordo com as exigências legais é crime. Conforme o artigo 12 do Estatuto do Desarmamento, a posse irregular pode levar à pena de um a três anos de detenção, além de multa. A punição se aplica mesmo que a arma nunca tenha sido usada. Por isso, quem deseja manter armamento legalmente deve respeitar os trâmites e se atentar à renovação do CRAF. Diferença entre posse e porte É fundamental entender a distinção entre os dois termos. Posse refere-se ao direito de manter a arma dentro de um local determinado, enquanto o porte permite que o cidadão transite com a arma em ambientes públicos. O porte é raramente concedido e depende de critérios excepcionais, normalmente aplicáveis a profissionais que atuam sob ameaça constante ou em áreas de segurança. Considerações finais A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), reafirma que a posse de arma no Brasil é um direito real, porém submetido a rigorosos critérios legais e administrativos. Quem deseja exercer esse direito precisa estar ciente das obrigações, das limitações e das possíveis consequências legais em caso de descumprimento. O cumprimento das regras é essencial para que a posse seja mantida dentro dos parâmetros da legalidade, promovendo segurança e responsabilidade individual. Para saber mais sobre posse de armas, acesse:  https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-porte-de-arma-de-fogo https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2024/01/18/sob-nova-legislacao-registro-de-armas-para-defesa-pessoal-cai

Como se tornar um atirador esportivo no Brasil: guia completo e atualizado

16 MAI 2025

O tiro esportivo tem atraído praticantes em todo o país, não apenas por seu aspecto competitivo, mas também por exigir concentração, controle e respeito às normas. Antes de entrar para esse universo, é indispensável conhecer o processo legal que habilita o cidadão a praticar o esporte de forma oficial. Primeira etapa: Certificado de Registro (CR) A jornada começa com a obtenção do Certificado de Registro, o famoso CR, emitido pelo Exército Brasileiro. O documento é essencial, pois é ele que legaliza o exercício da atividade. Para solicitar o CR, é preciso cumprir requisitos básicos: Ter no mínimo 18 anos; Apresentar certidões negativas de antecedentes criminais; Ser aprovado em teste psicológico e exame técnico de tiro; Estar filiado a um clube de tiro reconhecido. Com o CR em mãos, o atirador está apto a adquirir armas e munições legalmente, desde que tenha pelo menos 25 anos. O armamento adquirido deve ser vinculado ao CR por meio de apostilamento, respeitando os limites permitidos para cada nível do praticante. Mudanças recentes na legislação A validade do CR e do Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF) passou a ser de três anos, conforme o Decreto nº 11.615/2023 e a Portaria nº 166 COLOG/EX. Essa alteração reduz o prazo anterior, que era de dez anos, exigindo maior atenção à renovação periódica dos documentos. Deslocamento com armas: guia de trânsito Para transportar legalmente armas e munições, seja entre a residência e o clube de tiro, seja em viagens para competições, é necessário emitir uma guia de trânsito. Esse documento também é expedido pelo Exército e tem validade de um ano para treinos, e 30 dias para eventos específicos. Sem a guia de trânsito, o transporte do armamento é considerado ilegal e pode resultar em sérias penalidades. Classificação por níveis e exigências A progressão no tiro esportivo é regulada por uma classificação que define quatro níveis distintos de atiradores: Nível 1: até 4 armas de uso permitido, com no mínimo 8 treinos/competições por ano; Nível 2: até 8 armas, com 12 treinos e 4 competições anuais; Nível 3: até 16 armas, sendo 4 de uso restrito, com 20 treinos e 6 competições por ano; Nível 4 (Alto Rendimento): até 8 armas de uso restrito, vínculo com confederação ou liga, e participação comprovada em rankings nacionais. A habitualidade esportiva é critério obrigatório para avançar entre os níveis e manter a autorização ativa. Recomendações para quem está começando Para iniciar com o pé direito no tiro esportivo, vale observar algumas dicas essenciais: Escolha um clube confiável e bem estruturado; Mantenha a documentação sempre atualizada; Invista em bons equipamentos desde o começo; Siga uma rotina de prática disciplinada; Esteja atento às alterações na legislação. Tornar-se um atirador esportivo no Brasil é um processo que envolve responsabilidade, paciência e compromisso com a legalidade, mas os benefícios vão muito além da prática esportiva — trata-se de um exercício contínuo de autocontrole e aperfeiçoamento pessoal. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), convida você a experimentar o tiro esportivo! Se você já é praticante ou pretende se tornar um, aproveite a oportunidade e venha conhecer nossos produtos!  Para saber mais sobre a categoria de atirador esportivo, acesse:  https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/07/21/governo-divulga-decreto-que-restringe-o-acesso-de-civis-a-armas-e-municoes-veja-novas-regras.ghtml   https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/cacs-como-era-e-como-ficou-apos-decreto-do-governo-lula-com-restricoes-as-armas/

Decreto nº 12.345: tiro esportivo ganha novo marco legal; confira ajustes

14 MAI 2025

O Decreto nº 12.345, sancionado em 30 de dezembro de 2024, marca uma reformulação significativa nas diretrizes legais para Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs) no Brasil. A norma não apenas corrige distorções anteriores como também avança na valorização do tiro esportivo, promovendo ajustes técnicos, segurança institucional e reconhecimento do alto rendimento competitivo. Uso permitido para o .22LR semiautomático Uma das medidas mais relevantes do decreto é a reclassificação do rifle .22LR semiautomático como arma de uso permitido, revertendo a limitação imposta em 2023, quando o modelo passou a ser considerado de uso restrito. O .22LR é amplamente utilizado por sua precisão, recuo reduzido e custo acessível, sendo ideal tanto para a formação de novos atiradores quanto para atletas experientes. Com a nova classificação, o acesso ao equipamento se torna mais democrático e coerente com seu perfil técnico. Atirador de Alto Rendimento: reconhecimento e benefícios O decreto também institui a figura do Atirador Desportivo de Alto Rendimento, que representa a elite da prática esportiva no país. Para integrar essa categoria, o atirador deve ser filiado a uma confederação ou liga nacional, competir com frequência e apresentar destaque nos rankings. Os critérios de qualificação serão definidos pelos Ministérios do Esporte e da Justiça. Os benefícios incluem a permissão para possuir até 16 armas, sendo 8 de uso restrito, além de um acréscimo de 20% na aquisição de insumos e munições em relação aos atiradores de nível 3. Também haverá flexibilização na emissão de guias de tráfego, facilitando deslocamentos para treinos e campeonatos. Habitualidade por grupos de armas A comprovação de habitualidade passa a ser mais precisa e segmentada por grupos de armas, o que proporciona maior aderência à realidade das práticas esportivas. Agora, armas são divididas em categorias — como curtas, longas, raiadas ou lisas — dentro dos grupos de uso permitido ou restrito. A mudança corrige a generalização anterior e assegura um acompanhamento mais justo da prática real dos atiradores. Para os de alto rendimento, o processo é ainda mais simplificado: basta comprovar o uso por grupo (permitido ou restrito). Normas de segurança e limites operacionais Outra frente de atualização envolve os clubes de tiro, que agora devem cumprir exigências de segurança mais robustas, como isolamento acústico, câmeras de videomonitoramento e elaboração de planos de segurança. Os clubes localizados a menos de 1 km de instituições escolares também deverão seguir restrições de horário. Além disso, o decreto estabelece regras específicas para períodos eleitorais: CACs ficam proibidos de transportar armas e munições nas 24 horas anteriores e posteriores às eleições, e as entidades de tiro devem suspender atividades durante esse tempo, como medida preventiva de segurança pública. Período de transição até 2025 Foi estabelecido o prazo até 31 de dezembro de 2025 para que CACs regularizem a nova classificação de seus acervos, garantindo tempo hábil para adequação sem prejuízo à prática legal. Essa janela de transição permite que o setor se adapte às novas exigências com planejamento e segurança jurídica. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), conclui que o Decreto nº 12.345 inaugura um novo capítulo para os praticantes e entidades do setor, equilibrando exigência regulatória, incentivo ao esporte e responsabilidade social. Com regras mais técnicas e reconhecimento ao mérito esportivo, o tiro esportivo brasileiro caminha para um novo patamar. Para saber mais sobre o Decreto Nº 12.345/2024, acesse: https://legalmentearmado.com.br/blog/decreto-12345-2024

Tiro esportivo: uma jornada de equilíbrio, disciplina e autoconfiança

12 MAI 2025

Mais do que um esporte de precisão, o tiro esportivo é uma atividade que exige do praticante equilíbrio interno, domínio técnico e atenção plena. Sua presença nos Jogos Olímpicos desde 1896 comprova o valor histórico e competitivo da modalidade, que, ao longo do tempo, ampliou seus significados. Hoje, o tiro esportivo representa também uma prática associada à saúde mental, à superação pessoal e à inclusão. Tiro esportivo como exercício para o corpo e a mente O ambiente silencioso do estande e o foco exigido no momento do disparo transformam o tiro esportivo em um verdadeiro exercício de concentração e controle emocional. Não à toa, a atividade tem sido cada vez mais associada a benefícios terapêuticos. O termo “tiroterapia” vem ganhando força entre praticantes que relatam alívio de tensões, redução da ansiedade e fortalecimento da autoconfiança. Ao exigir controle da respiração, postura estável e atenção exclusiva ao alvo, o esporte cria um espaço de autoconhecimento e equilíbrio. Diversidade de modalidades e perfis Com várias categorias disponíveis, o tiro esportivo se adapta a diferentes níveis de habilidade e interesse. Modalidades como pistola, carabina e tiro ao prato oferecem experiências distintas, permitindo que o praticante escolha aquela mais alinhada ao seu perfil. A pistola exige precisão a curta e média distância; a carabina requer firmeza e estabilidade; já o tiro ao prato, dinâmico e desafiador, demanda reflexo e agilidade. Essa diversidade atrai desde iniciantes em busca de um novo hobby até atletas experientes em busca de alto rendimento. O acesso facilitado por clubes especializados e a presença crescente de públicos diversos mostram como a modalidade vem se renovando. Segurança e regulamentação No Brasil, a prática do tiro esportivo é regulamentada de forma rigorosa. Para praticá-lo legalmente, é necessário estar filiado a um clube de tiro autorizado, cumprir exigências do Exército Brasileiro e portar a documentação específica. Isso assegura que o esporte seja praticado com responsabilidade, dentro de um ambiente controlado, com supervisão técnica e respeito às normas. Além disso, os clubes oferecem infraestrutura adequada e promovem um ambiente seguro tanto para iniciantes quanto para veteranos, reforçando a importância da responsabilidade no uso de armas, mesmo em contextos esportivos. Benefícios que ultrapassam o alvo Os ganhos proporcionados pelo tiro esportivo vão muito além da pontaria. Entre os principais, destacam-se: melhora significativa do foco e da concentração, controle do estresse por meio de respiração e disciplina emocional, aprimoramento da coordenação motora, e fortalecimento do autocontrole. Esses benefícios fazem do esporte uma ferramenta poderosa de desenvolvimento pessoal. Um esporte em expansão A presença cada vez maior de mulheres, adolescentes e jovens adultos no cenário do tiro esportivo prova que a modalidade está quebrando barreiras e superando antigos estigmas. Com o aumento da participação feminina e da juventude, o esporte se mostra um instrumento de empoderamento e inclusão social, oferecendo oportunidades de crescimento para todos os perfis. Conclusão Ao unir técnica, foco e disciplina, o tiro esportivo se apresenta como um caminho de superação e autoconhecimento. Mais do que atingir o centro do alvo, propõe uma jornada interna de equilíbrio e controle. Para quem busca um esporte completo, que desafia o corpo e fortalece a mente, o tiro esportivo pode ser a escolha ideal. A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), convida você a experimentar o tiro esportivo. Se você já é um praticante da modalidade, aproveite a oportunidade e venha conhecer nossos produtos!  Para saber mais sobre tiro esportivo, acesse:  https://www.gazetadopovo.com.br/conteudo-publicitario/sk-clube-de-tiro/tiroterapia-voce-sabia-que-existe/ https://www.diariodaregiao.com.br/cidades/riopreto/clubes-de-tiro-da-regi-o-de-rio-preto-ganham-adeptos-da-tiroterapia-1.988927

A carabina Nitro Force: potência silenciosa da CBC com gás nitrogênio

09 MAI 2025

A Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) segue ampliando os horizontes do tiro esportivo com a carabina de pressão Nitro Force. Desenvolvida para oferecer alto desempenho com fácil manuseio, essa carabina une a tradição da marca à inovação, garantindo versatilidade para iniciantes e usuários mais exigentes. O resultado é um equipamento confiável, preciso e ideal para diversas finalidades. Gás nitrogênio: a força por trás da performance No coração da Nitro Force, está o sistema de propulsão por mola a gás nitrogênio, que substitui as tradicionais molas helicoidais. Essa tecnologia reduz significativamente o recuo e o nível de ruído, além de ampliar a vida útil do mecanismo interno. O desempenho mais suave proporciona disparos estáveis e maior repetibilidade nos tiros, essencial para treinamentos e competições. O gatilho ajustável permite que o atirador personalize a sensibilidade do disparo, adaptando o uso ao seu estilo, experiência e objetivo — seja ele lazer ou precisão competitiva. Ergonomia, controle e segurança aprimorados Com design focado na experiência do usuário, a Nitro Force oferece conforto desde o primeiro manuseio. A coronha anatômica proporciona empunhadura firme e controle preciso, mesmo após longas sessões de tiro. O equilíbrio entre leveza e robustez facilita o transporte e a operação da arma. Um sistema de segurança automática impede o disparo enquanto o cano estiver aberto, evitando acidentes e reforçando o compromisso da CBC com a proteção do usuário. Esse mecanismo é especialmente útil para iniciantes, que ainda estão desenvolvendo reflexos e familiaridade com os procedimentos de disparo. A carabina certa para todos os públicos A loja IWS Brazil, de Goiânia (GO), lembra que, por não ser considerada arma de fogo, a Nitro Force pode ser adquirida no Brasil por qualquer maior de 18 anos, sem necessidade de registro. Isso facilita o acesso ao esporte, incentivando a prática do tiro como atividade recreativa e de concentração. A CBC projetou a Nitro Force para atender tanto quem está começando no esporte quanto os praticantes mais experientes que buscam um equipamento confiável para seus treinos. Seja em alvos fixos, seja em competições informais, a carabina entrega constância, conforto e bom custo-benefício. Tradição CBC a serviço da inovação A CBC carrega mais de 100 anos de excelência na produção de munições e armas. Com a Nitro Force, reafirma seu papel de liderança também no mercado de pressão, trazendo soluções modernas, seguras e acessíveis. A empresa mantém o padrão de qualidade que a projetou internacionalmente, agora também acessível em uma carabina para uso esportivo. A Nitro Force representa o compromisso da CBC com a evolução do tiro esportivo no Brasil, entregando um produto de alta qualidade, com recursos de ponta e excelente usabilidade. Para saber mais sobre a nova carabina de pressão Nitro Force, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/cbc-lanca-nova-carabina-de-pressao-com-gatilho-regulavel/ https://www.defesaemfoco.com.br/nitro-force-a-nova-carabina-da-cbc-que-combina-precisao-e-design-moderno/

Taurus T9: leveza, precisão e inovação em uma carabina 9mm nacional

07 MAI 2025

A Taurus redefiniu os limites da carabina tática com a criação da T9, modelo em calibre 9mm que alia mobilidade, robustez e tecnologia de ponta. Desenvolvida inteiramente no Brasil, a arma foi projetada para atender a múltiplas demandas, transitando com desenvoltura entre o uso profissional e o esportivo. Estrutura leve, durável e funcional A base da T9 é o alumínio 7075 anodizado, material consagrado na indústria aeronáutica, escolhido por seu excelente equilíbrio entre peso e resistência. O resultado é uma carabina extremamente leve — pesando cerca de 2,594 kg sem carregador — mas altamente confiável em ambientes exigentes. O acabamento preto fosco contribui para um perfil discreto e elegante. O modelo está disponível em quatro versões distintas, com canos de 5,5", 8", 11" e 16", permitindo que o usuário selecione o tamanho mais adequado para sua finalidade, seja ela tática, defensiva ou esportiva. Controles ambidestros e adaptação total A T9 foi pensada para ser uma plataforma versátil, com controles duplicados para usuários destros e canhotos. A alavanca de manejo, os seletores de tiro e os reténs do ferrolho e do carregador estão presentes nos dois lados da arma, facilitando o uso em qualquer situação. Além disso, o guarda-mão com padrão MLOK possibilita a fixação de acessórios como lanternas, grips e lasers, enquanto o trilho Picatinny superior compatível com o padrão MIL-STD-1913 torna fácil a instalação de miras ópticas. A coronha retrátil em cinco posições, ajustável entre 655 mm e 735 mm, complementa a ergonomia adaptável. Mecanismo eficiente e desempenho prático A T9 utiliza sistema de funcionamento blowback, o que garante uma resposta de tiro rápida e consistente. Nas versões voltadas ao mercado civil e CAC, o seletor oferece os modos de segurança e tiro semiautomático, enquanto as edições policiais e militares contam com opção de disparo automático. O carregador translúcido de 32 tiros é um destaque funcional, permitindo o controle visual do número de munições disponíveis. A arma também oferece compatibilidade com carregadores de outros modelos, ampliando sua flexibilidade no campo de uso. Eficiência no campo e no estande Compacta e ágil, a T9 é ideal para ações em ambientes urbanos ou confinados, sendo uma alternativa cada vez mais considerada para substituir espingardas em operações policiais. A adoção de carabinas em 9mm é tendência consolidada nos Estados Unidos, refletindo sua maior capacidade de munição e menor recuo. Para o tiro esportivo, a T9 entrega precisão e excelente custo-benefício. Seu recuo suave, o peso reduzido e o calibre econômico a tornam excelente para treinos longos e competições de IPSC ou similares. Presença internacional e reconhecimento crescente O sucesso da T9 ultrapassa fronteiras. A Taurus já iniciou sua produção também na Índia, sob o nome JD Taurus T9, e o Exército Indiano adquiriu 500 unidades, sinalizando confiança na qualidade do produto. O modelo ainda está sendo promovido nos Estados Unidos como alternativa viável para órgãos de segurança. Conclusão A carabina T9 sintetiza a proposta da Taurus de oferecer inovação com alto desempenho. Com estrutura avançada, funcionalidades modernas e adaptação a diferentes públicos, consolida-se como uma das armas mais completas do segmento. Seja no combate, na segurança ou no esporte, a T9 mostra por que se tornou referência entre as carabinas 9mm. Aproveite a oportunidade e venha conhecer mais produtos da loja IWS Brazil, de Goiânia (GO)!  Para saber mais sobre a nova carabina T9 da Taurus, acesse:  https://www.theguntrade.com.br/mercado/taurus-lanca-seu-primeiro-ar9-mais-leve-e-unico-totalmente-ambidestro/ https://www.lrcadefenseconsulting.com/2024/08/taurus-lanca-no-brasil-carabina-t9-na.html

Rifle CBC .308 Ranger: inovação e alta performance para tiro esportivo

30 DEZ 2024

Em 2024, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) lançou o Rifle .308 WIN Bolt Action Ranger, um marco de inovação no setor de armamentos, projetado com tecnologia de ponta, garantindo desempenho superior em todas as suas aplicações. Seu cano do tipo bull, forjado a frio em aço de alta qualidade, entrega estabilidade e uma precisão excepcional. O acabamento Cerakote®, aplicado ao cano e ao receptáculo, eleva a resistência a impactos, corrosão e condições climáticas adversas, ampliando a durabilidade do rifle. Essas características técnicas são complementadas por um design robusto e funcional, pensado para maximizar o conforto e o desempenho do usuário. Entre os principais atributos do rifle está sua precisão Sub-MOA, um padrão que garante consistência em tiros de longa distância, atendendo às exigências de atiradores de elite. O gatilho ajustável, que permite personalizar força e curso, oferece ao atirador maior controle e conforto. O sistema de ferrolho, com trancamento de três slugs e ângulo de 60°, assegura uma operação ágil e confiável, fundamental em situações que exigem rapidez e precisão, seja em competições ou operações de segurança. Disponível em duas versões, o .308 Ranger atende a diferentes perfis de usuários. O modelo PRO conta com uma coronha de alumínio ajustável, ideal para aplicações que demandam alta precisão e configuração personalizada. Por outro lado, a versão equipada com coronha de polímero se destaca pela leveza e ergonomia, sendo perfeita para atividades prolongadas, como jornadas de caça ou treinamentos extensivos. Ambas as versões compartilham o mesmo padrão de excelência em desempenho e durabilidade. O .308 Ranger é um rifle projetado para brilhar em três cenários principais: operações policiais, competições de tiro e caça. Em ações policiais, sua precisão e robustez proporcionam a confiabilidade necessária para momentos críticos. No ambiente competitivo, seus recursos, como o cano forjado a frio e o gatilho ajustável, oferecem vantagens significativas para atiradores em busca de excelência. Para caçadores, a estabilidade e a durabilidade do rifle garantem um desempenho confiável, mesmo nas condições mais exigentes, enquanto sua ergonomia assegura conforto em jornadas prolongadas. Com o lançamento do .308 Ranger, a CBC reforça seu compromisso com a inovação e o desempenho de alta qualidade. Mais do que um equipamento de alto desempenho, o Rifle .308 WIN Bolt Action Ranger simboliza a visão da CBC de entregar soluções completas para atiradores de diferentes perfis. Seja na segurança pública, no esporte ou na caça, o modelo alia precisão, durabilidade e versatilidade, tornando-se a escolha ideal para quem busca confiabilidade e eficiência. Com este lançamento, a CBC não apenas acompanha as tendências do mercado, mas estabelece novos padrões, reafirmando seu papel como líder e pioneira no setor.

CBC .22 Fast: pistola de alta precisão e custo-benefício

28 DEZ 2024

Em 2024, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), uma das maiores e mais respeitadas referências globais em munições e armas longas, deu um importante passo em sua trajetória ao expandir suas operações para o mercado de pistolas com o lançamento da .22 Fast. Desenvolvida no calibre .22 LR (Long Rifle), a pistola .22 Fast é uma combinação de tecnologia avançada, alta precisão e excelente eficiência, oferecendo uma alternativa acessível tanto para aqueles que buscam treinamento quanto para os entusiastas de tiro esportivo e lazer. A novidade se destaca não apenas pela inovação, mas também pelo custo-benefício, atendendo de forma precisa às demandas do público brasileiro. O design da pistola .22 Fast é um dos principais diferenciais do produto, com foco em ergonomia para garantir não apenas robustez, mas também conforto e desempenho excepcionais. Equipado com um cano de 6 polegadas com 8 raias à direita, o modelo entrega uma precisão de alto nível, ideal para diversos tipos de atiradores. A empunhadura grip foi projetada de forma inteligente para proporcionar aderência e conforto para mãos de diferentes tamanhos, oferecendo estabilidade ao atirador durante o disparo. Outro grande trunfo da .22 Fast são os dois trilhos Picatinny, um na parte superior e outro na inferior, que abrem diversas possibilidades de personalização da pistola. Essa característica permite a instalação de miras ópticas, lanternas e outros acessórios, tornando o modelo ainda mais versátil e ajustável às preferências e necessidades do usuário. A pistola também vem com dois carregadores com capacidades de 10 e 25 cartuchos, oferecendo flexibilidade para aqueles que buscam praticidade em situações cotidianas ou precisam de maior capacidade para longos períodos de treinamento. Classificada como arma de uso permitido, a .22 Fast pode ser adquirida por civis que possuam o devido registro, garantindo uma opção de alto desempenho, mas acessível no mercado nacional. Ela surge também como uma alternativa à carabina CBC 7022, que foi afetada pelas restrições do Decreto Federal nº 11.615/2023. A .22 Fast, descrita pelos especialistas da CBC como uma "7022 fatiada", preserva as qualidades e características da carabina, mas em um formato mais compacto e ajustado às novas regulamentações, evidenciando a capacidade da empresa em se adaptar rapidamente ao novo cenário regulatório. O calibre .22 LR, utilizado nesta pistola, é amplamente reconhecido por seu baixo custo, recuo suave e alta precisão, características que fazem da .22 Fast uma excelente escolha tanto para iniciantes no esporte de tiro quanto para atiradores experientes, que podem aproveitar a economia proporcionada pela munição de baixo custo para treinar com mais frequência. Essa versatilidade torna a pistola uma opção ideal para quem busca melhorar suas habilidades de tiro com maior eficiência e consistência. A .22 Fast, por sua versatilidade, é uma excelente opção para iniciantes, pois é fácil de operar e segura, ao mesmo tempo em que proporciona aos atiradores mais experientes uma arma de alta precisão e com grande potencial de personalização. O design modular, aliado aos trilhos Picatinny, permite que o modelo seja ajustado para atender às preferências individuais de cada usuário, o que torna a pistola altamente atrativa para diversas finalidades, como treinamentos, lazer e até competições esportivas. Com o lançamento da .22 Fast, a CBC reafirma seu compromisso com a inovação, qualidade e segurança, consolidando sua posição como líder no mercado de armas e munições no Brasil. A pistola .22 Fast, como um produto de destaque no mercado nacional, reforça a reputação da CBC como uma marca pioneira e comprometida com soluções que atendem às necessidades e regulamentações locais. Este lançamento é um marco na história da empresa, que continua a inovar, mantendo o foco na segurança e na promoção do esporte de tiro no Brasil, mesmo diante de um cenário regulatório em constante mudança.

Polymatch 9mm garante alto desempenho no Tiro Prático

26 DEZ 2024

A munição Polymatch 9mm, desenvolvida pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), representa um marco no mercado de tiro esportivo, sendo uma solução inovadora e de alta performance, especialmente voltada para os praticantes de Tiro Prático. Homologada pela Confederação Brasileira de Tiro Prático (CBTP), a Polymatch 9mm reafirma o compromisso da CBC em fornecer produtos de excelência, que atendem às mais rigorosas exigências do esporte e ao mesmo tempo garantem a máxima confiabilidade e segurança para os atiradores. A empresa, reconhecida mundialmente pela sua liderança no mercado de munições e armamentos, tem se destacado por sua constante busca por inovação, reforçando seu papel como referência global. A Polymatch 9mm foi cuidadosamente projetada para atender às necessidades dos atiradores de Tiro Prático, proporcionando um treinamento de alta qualidade com características que se assemelham ao uso de munições operacionais. O projétil é revestido com um polímero especial composto por quatro camadas, o que não só reduz o desgaste do cano da arma, mas também aumenta a durabilidade e a vida útil do equipamento. Com um peso de projétil ajustado para proporcionar um recuo equilibrado e precisão excepcional, a Polymatch 9mm oferece uma experiência de treino eficiente e semelhante à de competições reais. As especificações da munição incluem uma velocidade de 311 m/s, uma energia de 389 joules e uma penetração de 10,2 cm, garantindo a potência necessária para o desempenho no Tiro Prático. Outro fator importante a ser destacado é que a Polymatch 9mm foi desenvolvida para atender ao fator de potência exigido pelas normas da CBTP. A CBC ajustou cuidadosamente a carga de pólvora e o peso do projétil para garantir um desempenho consistente e seguro, tanto para os treinos quanto para as competições de nível nacional. A homologação pela CBTP, portanto, assegura que a Polymatch 9mm é uma munição confiável e com altíssimo padrão de qualidade para ser utilizada em eventos oficiais. Além de suas qualidades técnicas, a Polymatch 9mm também traz benefícios tangíveis para o treinamento. Como o desempenho da munição se aproxima muito das munições operacionais, ela permite que os atiradores se preparem de forma realista para as competições. O recuo suave e a precisão ajustada são ideais para quem busca melhorar suas habilidades, e o revestimento em polímero contribui para reduzir o acúmulo de resíduos no cano da arma, minimizando os riscos de falhas e aumentando a segurança durante os disparos. Além disso, essa tecnologia preserva o cano da arma, evitando desgastes excessivos e aumentando sua durabilidade. A Polymatch 9mm também faz parte do Pro Training, o maior programa de incentivo ao esporte de tiro do Brasil, criado pela CBC. O programa oferece aos atletas acesso facilitado a munições de alta qualidade, suporte técnico especializado e oportunidades de treinamento em várias regiões do país, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento de novos talentos no Tiro Prático e fortalecer ainda mais a presença do Brasil nas competições internacionais. Mais do que uma simples munição, a Polymatch 9mm é um reflexo do compromisso da CBC com a evolução do Tiro Prático no Brasil. Com suas características únicas, ela se estabelece como uma escolha ideal para atiradores de todos os níveis, desde iniciantes até atletas de alto desempenho. A confiabilidade, a versatilidade e a performance dessa munição fazem dela uma ferramenta essencial para quem deseja alcançar novos patamares em seu treinamento e nas competições. Ao lançar a Polymatch 9mm, a CBC não só se adapta às demandas do mercado, mas também pavimenta o caminho para o futuro do esporte de tiro no Brasil e no exterior. Sua dedicação constante à pesquisa e inovação, somada a programas como o Pro Training, demonstra o empenho da empresa em fortalecer o Tiro Prático e garantir que os atletas tenham sempre as melhores ferramentas para alcançar o sucesso. A CBC segue sendo um pilar fundamental para o crescimento do esporte, não apenas no Brasil, mas também no cenário internacional. Em conclusão, a Polymatch 9mm é uma munição que combina inovação tecnológica, desempenho excepcional e um compromisso inabalável com a qualidade e a segurança. Homologada pela CBTP e adaptada para atender às exigências do Tiro Prático, ela se consolidou como uma escolha indispensável para todos que buscam excelência. Ao investir em produtos de alto desempenho como a Polymatch 9mm, a CBC segue a sua trajetória de liderança, elevando o nível do tiro esportivo e contribuindo para o crescimento contínuo do esporte no Brasil e no mundo.